#lutaantimanicomial — Public Fediverse posts
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Movimentos antimanicomiais do DF organizam ato contra ‘PL da Carrocinha Humana’ de Celina Leão
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>>> Ação de rua pelo Dia de Luta Antimanicomial <<<
Estaremos nesta segunda-feira 18 de maio, dia de Luta Antimanicomial, com a Loja Grátis distribuindo roupas para pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Sabemos que muitas pessoas que estão em situação de rua também enfrentam estigmas em relação à saúde mental. Neste dia de luta estaremos prestando nossa solidariedade y trocando ideia sobre a luta antimanicomial. Quem quiser, chega junte pra somar na ação direta!
A partir das 20h também rola distribuição de marmitas com a Ação Antifascista Social.
Nos vemos nas ruas!
Salud y (A) 🏴
M a n i c ô m i o s n u n c a m a i s !
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No mês de luta antimanicomial convidamos a todys para assistir o documentário da @Submedia_PT "Mundos Loucos: Redefinindo a sanidade através da luta" y após a exibição, conversar sobre saúde mental. A projeção vai rolar na Ponte de Pedra que fica no largo dos Açorianos, entre as avenidas Borges de Medeiros y Loureiro da Silva. Estaremos lá a partir das 18h, o cine inicia às 19h. Chega lá pra assistir y trokar ideia! 🧠🌱🏴
Sinopse:
A saúde mental, em todas as suas complexidades, é um tópico que afeta praticamente todo mundo... mas sobre o qual raramente se fala. O capacitismo, que se baseia em um suposto bem-estar mental, é predominante mesmo entre as comunidades que lutam contra outras normas sociais opressivas, como o patriarcado heterossexual e o racismo institucionalizado. Para quem sofre de depressão, psicose ou qualquer outra forma de loucura, nossas lutas geralmente permanecem invisíveis e não são reconhecidas até que se transformem em uma crise explosiva. Quando isso acontece, o enorme poder coercitivo do Estado é usado para nos forçar a voltar à linha. Se tivermos a sorte de escapar das prisões e das alas psiquiátricas que formam a espada de dois gumes da psicologia carcerária, muitas vezes ficamos traumatizadys, altamente medicadys e provavelmente enfrentaremos mais institucionalização no futuro.
No episódio deste mês de Trouble, a subMedia conversa com pessoas que estão resistindo a essa realidade. Recusando-se a aceitar a noção de que o mal-estar mental é o resultado da química do cérebro de uma pessoa, elas reconhecem a natureza fundamentalmente social e interconectada das pessoas e de nossos problemas. Em vez de permitir que as intervenções continuem sendo o território dos psiquiatras e da polícia, nossys convidadys estão recuperando tradições, experimentando coletivos de autoterapia e construindo relacionamentos enraizados no cuidado e na confiança que formam as bases resilientes tão necessárias para as comunidades envolvidas na luta.