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#eurobeat — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #eurobeat, aggregated by home.social.

fetched live
  1. 🔴 LIVE NOW ON VORTEX
    📻 Vortex Rewind ⏪ (80s extended versions, maxi singles, long versions)
    ──────────────
    🎵 Bananarama - Love In The First Degree (Eurobeat Style)

    ▶️ Écouter / Listen : VorteX [Radio]
    lesonduvortex.net

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    discord.gg/d82hJZBeDE

    #VortexWave #Bananarama #Eurobeat #Synthpop #80s

  2. Falei de #eurobeat ontem e devo dizer que estou pesquisando há bastante tempo como é que as músicas não "vazaram" e chegaram de volta ao Ocidente, principalmente numa espécie de revival com saudosismo projetado, como aconteceu com o #citypop.

    Não entra na minha cabeça uma dúzia de italianos com vários pseudônimos produzindo em inglês para o Japão, sem que isso acabasse gerando algum burburinho.

    Eu não consegui mapear se envolveu estigma, agressividade no copyright ou pura incapacidade de absorção (por exemplo, alguém tentar burlar e trazer discos, mas não conseguir dar capilaridade, ainda que fazendo sampling).

    O máximo que chegou com força foram alguns memes, principalmente em torno de um certo anime (Initial D). Fora isso, o impacto parece ter sido baixo. Tanto que eu percebo o impacto dos memes e do anime no cult following, o que acaba contaminando reviews, fóruns e sites.

    Eu acho que tem material genuinamente bom e esquecido.

    Uma das principais figuras da cena, que cantou muito e tem um selo, Clara Moroni, tem estado bem ativa no Instagram. Ironicamente, ela não parece tentar atingir tanto o público japonês (nem mesmo com traduções), e se comunica em inglês e italiano.

  3. Falei de #eurobeat ontem e devo dizer que estou pesquisando há bastante tempo como é que as músicas não "vazaram" e chegaram de volta ao Ocidente, principalmente numa espécie de revival com saudosismo projetado, como aconteceu com o #citypop.

    Não entra na minha cabeça uma dúzia de italianos com vários pseudônimos produzindo em inglês para o Japão, sem que isso acabasse gerando algum burburinho.

    Eu não consegui mapear se envolveu estigma, agressividade no copyright ou pura incapacidade de absorção (por exemplo, alguém tentar burlar e trazer discos, mas não conseguir dar capilaridade, ainda que fazendo sampling).

    O máximo que chegou com força foram alguns memes, principalmente em torno de um certo anime (Initial D). Fora isso, o impacto parece ter sido baixo. Tanto que eu percebo o impacto dos memes e do anime no cult following, o que acaba contaminando reviews, fóruns e sites.

    Eu acho que tem material genuinamente bom e esquecido.

    Uma das principais figuras da cena, que cantou muito e tem um selo, Clara Moroni, tem estado bem ativa no Instagram. Ironicamente, ela não parece tentar atingir tanto o público japonês (nem mesmo com traduções), e se comunica em inglês e italiano.

  4. Falei de #eurobeat ontem e devo dizer que estou pesquisando há bastante tempo como é que as músicas não "vazaram" e chegaram de volta ao Ocidente, principalmente numa espécie de revival com saudosismo projetado, como aconteceu com o #citypop.

    Não entra na minha cabeça uma dúzia de italianos com vários pseudônimos produzindo em inglês para o Japão, sem que isso acabasse gerando algum burburinho.

    Eu não consegui mapear se envolveu estigma, agressividade no copyright ou pura incapacidade de absorção (por exemplo, alguém tentar burlar e trazer discos, mas não conseguir dar capilaridade, ainda que fazendo sampling).

    O máximo que chegou com força foram alguns memes, principalmente em torno de um certo anime (Initial D). Fora isso, o impacto parece ter sido baixo. Tanto que eu percebo o impacto dos memes e do anime no cult following, o que acaba contaminando reviews, fóruns e sites.

    Eu acho que tem material genuinamente bom e esquecido.

    Uma das principais figuras da cena, que cantou muito e tem um selo, Clara Moroni, tem estado bem ativa no Instagram. Ironicamente, ela não parece tentar atingir tanto o público japonês (nem mesmo com traduções), e se comunica em inglês e italiano.

  5. Falei de #eurobeat ontem e devo dizer que estou pesquisando há bastante tempo como é que as músicas não "vazaram" e chegaram de volta ao Ocidente, principalmente numa espécie de revival com saudosismo projetado, como aconteceu com o #citypop.

    Não entra na minha cabeça uma dúzia de italianos com vários pseudônimos produzindo em inglês para o Japão, sem que isso acabasse gerando algum burburinho.

    Eu não consegui mapear se envolveu estigma, agressividade no copyright ou pura incapacidade de absorção (por exemplo, alguém tentar burlar e trazer discos, mas não conseguir dar capilaridade, ainda que fazendo sampling).

    O máximo que chegou com força foram alguns memes, principalmente em torno de um certo anime (Initial D). Fora isso, o impacto parece ter sido baixo. Tanto que eu percebo o impacto dos memes e do anime no cult following, o que acaba contaminando reviews, fóruns e sites.

    Eu acho que tem material genuinamente bom e esquecido.

    Uma das principais figuras da cena, que cantou muito e tem um selo, Clara Moroni, tem estado bem ativa no Instagram. Ironicamente, ela não parece tentar atingir tanto o público japonês (nem mesmo com traduções), e se comunica em inglês e italiano.

  6. Ouvir #eurobeat dá muito trabalho: o catálogo é muito grande, parte dele não pode ser levada a sério e as disputas envolvendo os selos bagunçam a oferta em serviços de streaming como o #YouTube Music. Para conseguir montar as playlists, eu preciso apelar para sites especializados, como wikis.

    Todo esse esforço também é atravessado por opiniões que podem ter sido moldadas por aspectos culturais com os quais não tive contato nas décadas de 1990 e de 2000. Consequentemente, apesar de o meu contato com o gênero ter começado lá por 2009, eu simplesmente prefiro as faixas mais velhas, mais lentas e com uma paleta que soa rica para mim.

    Claramente, minha preferência é a minoritária, e editores de sites especializados, como o Eurobeat-Prime, tratam os volumes iniciais da coletânea Super Eurobeat como sendo os piores. Eu discordo e diria que é o contrário: quanto mais novo o disco, pior fica e mais reciclagem é necessária para pegar faixas do passado e fazer volume.

    Se é para ouvir uma faixa de 1990 acelerada e cortada num disco que saiu 20 anos depois, eu prefiro ficar com a original. Percebi isso ouvindo os megamixes: acabava gostando mais das velharias e pegando discos jurássicos.

  7. Ouvir #eurobeat dá muito trabalho: o catálogo é muito grande, parte dele não pode ser levada a sério e as disputas envolvendo os selos bagunçam a oferta em serviços de streaming como o #YouTube Music. Para conseguir montar as playlists, eu preciso apelar para sites especializados, como wikis.

    Todo esse esforço também é atravessado por opiniões que podem ter sido moldadas por aspectos culturais com os quais não tive contato nas décadas de 1990 e de 2000. Consequentemente, apesar de o meu contato com o gênero ter começado lá por 2009, eu simplesmente prefiro as faixas mais velhas, mais lentas e com uma paleta que soa rica para mim.

    Claramente, minha preferência é a minoritária, e editores de sites especializados, como o Eurobeat-Prime, tratam os volumes iniciais da coletânea Super Eurobeat como sendo os piores. Eu discordo e diria que é o contrário: quanto mais novo o disco, pior fica e mais reciclagem é necessária para pegar faixas do passado e fazer volume.

    Se é para ouvir uma faixa de 1990 acelerada e cortada num disco que saiu 20 anos depois, eu prefiro ficar com a original. Percebi isso ouvindo os megamixes: acabava gostando mais das velharias e pegando discos jurássicos.

  8. Ouvir #eurobeat dá muito trabalho: o catálogo é muito grande, parte dele não pode ser levada a sério e as disputas envolvendo os selos bagunçam a oferta em serviços de streaming como o #YouTube Music. Para conseguir montar as playlists, eu preciso apelar para sites especializados, como wikis.

    Todo esse esforço também é atravessado por opiniões que podem ter sido moldadas por aspectos culturais com os quais não tive contato nas décadas de 1990 e de 2000. Consequentemente, apesar de o meu contato com o gênero ter começado lá por 2009, eu simplesmente prefiro as faixas mais velhas, mais lentas e com uma paleta que soa rica para mim.

    Claramente, minha preferência é a minoritária, e editores de sites especializados, como o Eurobeat-Prime, tratam os volumes iniciais da coletânea Super Eurobeat como sendo os piores. Eu discordo e diria que é o contrário: quanto mais novo o disco, pior fica e mais reciclagem é necessária para pegar faixas do passado e fazer volume.

    Se é para ouvir uma faixa de 1990 acelerada e cortada num disco que saiu 20 anos depois, eu prefiro ficar com a original. Percebi isso ouvindo os megamixes: acabava gostando mais das velharias e pegando discos jurássicos.

  9. Ouvir #eurobeat dá muito trabalho: o catálogo é muito grande, parte dele não pode ser levada a sério e as disputas envolvendo os selos bagunçam a oferta em serviços de streaming como o #YouTube Music. Para conseguir montar as playlists, eu preciso apelar para sites especializados, como wikis.

    Todo esse esforço também é atravessado por opiniões que podem ter sido moldadas por aspectos culturais com os quais não tive contato nas décadas de 1990 e de 2000. Consequentemente, apesar de o meu contato com o gênero ter começado lá por 2009, eu simplesmente prefiro as faixas mais velhas, mais lentas e com uma paleta que soa rica para mim.

    Claramente, minha preferência é a minoritária, e editores de sites especializados, como o Eurobeat-Prime, tratam os volumes iniciais da coletânea Super Eurobeat como sendo os piores. Eu discordo e diria que é o contrário: quanto mais novo o disco, pior fica e mais reciclagem é necessária para pegar faixas do passado e fazer volume.

    Se é para ouvir uma faixa de 1990 acelerada e cortada num disco que saiu 20 anos depois, eu prefiro ficar com a original. Percebi isso ouvindo os megamixes: acabava gostando mais das velharias e pegando discos jurássicos.

  10. still keep forgetting I have added this to my toho eurobeat library relatively recently

    it's really good, I should really check out more non-odyssey TEB

    youtube.com/watch?v=FK63FbY9Bl8

    #eurobeat

  11. still keep forgetting I have added this to my toho eurobeat library relatively recently

    it's really good, I should really check out more non-odyssey TEB

    youtube.com/watch?v=FK63FbY9Bl8

    #eurobeat

  12. still keep forgetting I have added this to my toho eurobeat library relatively recently

    it's really good, I should really check out more non-odyssey TEB

    youtube.com/watch?v=FK63FbY9Bl8

    #eurobeat

  13. still keep forgetting I have added this to my toho eurobeat library relatively recently

    it's really good, I should really check out more non-odyssey TEB

    youtube.com/watch?v=FK63FbY9Bl8

    #eurobeat

  14. bone jar hit 27 ☆

    one person (Adhesion), one album, one day of making — two and a half skeletons out of it. the hybrid: chiptune bricks with a eurobeat fence stacked on top, two floors. the other one has a ZIGZAG upstairs. the 26 bones before were all lines — pillars, bricks, fog, dots. this is the first WAVE. pitch bends, 4-5 steps, right half only.

    pic 1: the last two panels. pic 2: all 27, 1400×7849, tap and scroll

    同じ耳で27本。初めての「波」の骨。

    #spectrogram #chiptune #eurobeat #freemusicarchive #音楽

  15. 🔴 LIVE NOW ON VORTEX
    📻 Vortex Rewind ⏪ (80s extended versions, maxi singles, long versions)
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    🎵 Bananarama - Love In The First Degree (Eurobeat Style)

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    #VortexWave #Bananarama #Eurobeat #Synthpop #80s

  16. #Euro #EuroBeat #Rave

    ユーロはポップか?アンダーグラウンドか?
    音楽文化考察|テーマ:90年代ユーロとクラブの接点を巡って

    monumental-movement.jp/Column-Euro-...

    【コラム】 ユーロミュージックとクラブカルチャー:ラジオとレ...

  17. #mastobada non (no)

    Leslie Parrish - no matter what

    No matter what they give me
    No matter what they send me
    I trust in you, and I know it's true
    Your love is my dream come true

    youtu.be/lgBqu8m1YHs

    #leslieparrish #eurobeat #musique #music

  18. #mastobada non (no)

    Leslie Parrish - no matter what

    No matter what they give me
    No matter what they send me
    I trust in you, and I know it's true
    Your love is my dream come true

    youtu.be/lgBqu8m1YHs

    #leslieparrish #eurobeat #musique #music

  19. #mastobada non (no)

    Leslie Parrish - no matter what

    No matter what they give me
    No matter what they send me
    I trust in you, and I know it's true
    Your love is my dream come true

    youtu.be/lgBqu8m1YHs

    #leslieparrish #eurobeat #musique #music

  20. #mastobada non

    Leslie Parrish - I say no (2003)

    I say : no wars, no destruction
    no more "killed in action"
    no bombs in the future
    freedom to love. This is the thing we need
    youtu.be/pcUWnZ7-UXk

    Pas forcément le genre de paroles qu’on s’attends à entendre dans de l’Eurobeat xd

    #eurobeat #leslieparrish #musique #music

  21. #mastobada non

    Leslie Parrish - I say no (2003)

    I say : no wars, no destruction
    no more "killed in action"
    no bombs in the future
    freedom to love. This is the thing we need
    youtu.be/pcUWnZ7-UXk

    Pas forcément le genre de paroles qu’on s’attends à entendre dans de l’Eurobeat xd

    #eurobeat #leslieparrish #musique #music

  22. My full digital discography is now available at slightly discounted price until the end of next . It's now C$35 for over 390 tracks on , and . On BC my albums are also between 19%-24% off their $5-6.66 prices.

    dreamofomni.bandcamp.com/album
    mirlo.space/doomni/releases
    ampwall.com/a/dreamofomni

  23. 🔴 LIVE NOW ON VORTEX
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    🎵 Bananarama - Love In The First Degree (Eurobeat Style)

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    #VortexWave #Bananarama #Eurobeat #Synthpop #80s

  24. 🔴 LIVE NOW ON VORTEX
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    🎵 Bananarama - Love In The First Degree (Eurobeat Style)

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  25. 🔴 LIVE NOW ON VORTEX
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  26. 🔴 LIVE NOW ON VORTEX
    📻 Vortex Rewind ⏪ (80s extended versions, maxi singles, long versions)
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