#decolonialismo — Public Fediverse posts
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|| CINEMANAMULA || MEMÓRIA E REPARAÇÃO
Cooperativa Mula, terça-feira, 6 de outubro às 21:00 GMT+1
|| CINEMANAMULA || MEMÓRIA E REPARAÇÃO * Perspectivas Anticoloniais e Decoloniais *
~ Entrada Livre
TER | 6 • 13 • 20 • 27 | 21h
QUI | 8 • 15 • 22 • 29 | 21h
SÁB 31 | 16h30 ~ 00h
O colonialismo não é um capítulo encerrado da História, mas uma relação de poder que continua a organizar vidas, territórios e imaginários, e que exige ser combatida. Esta programação parte da necessidade de recusar narrativas que impõem uma perspectiva europeia e de olhar criticamente para o colonialismo, as suas permanências e reconfigurações. Procuramos compreender como essas relações se inscrevem no presente e como podem ser confrontadas e resistidas.
Memória e Reparação reúne filmes que abordam situações concretas de violência colonial e as resistências que lhes fazem frente, interrogando as formas como essa violência foi registada e representada, a apropriação do património e dos territórios, bem como o racismo, o apartheid e as estruturas que os sustentam. Estas questões cruzam-se com a intimidade, a pertença e o cuidado, enquanto a imaginação de outros futuros abre espaço à possibilidade de construir para além das estruturas existentes.
No último encontro, a conversa traz estes assuntos para o presente que partilhamos, reunindo cineastas, colectivos e associações para pôr em comum perspectivas, práticas e modos de organização a partir dos seus bairros e comunidades de proximidade.
TER 06.10 | 21h
Como é contada a história colonial e o que acontece quando, no presente, se confronta o seu apagamento e silenciamento? Esta sessão parte do passado colonial português e da necessidade de reconhecer a violência que durante muito tempo foi ocultada ou minimizada nas narrativas dominantes.
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CONTOS DO ESQUECIMENTO
Dulce Fernandes
2023 | PT | 63’
Achados arqueológicos recentes em Lagos, no sul de Portugal, revelaram o passado esquecido do papel de Portugal no tráfico transatlântico de africanos escravizados. Invocando a distância entre o que queremos esquecer e a urgência da memória, 'Contos do Esquecimento' é um território de revelação do passado no presente.
QUI 08.10 | 21h
Como olhar hoje para imagens e narrativas coloniais? Esta sessão propõe revisitar arquivos e formas de representação produzidas durante e depois do colonialismo português, interrogando o olhar que as construiu e as narrativas que dele resultaram. Ao voltar a esse material a partir do presente, abre-se espaço para questionar a forma como a história colonial foi contada.
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A STORY FROM AFRICA
Billy Woodberry
2019 | EUA - PT | 32’
A partir de fotografias produzidas por um oficial do exército português, Billy Woodberry reconstrói a história trágica de Calipalula, dignitário cuamato, cuja posição foi instrumentalizada pelas autoridades coloniais. Explorando rivalidades entre poderes locais, o exército português procurou impor o seu domínio durante a ofensiva militar de 1907, no sul de Angola. O cineasta norte-americano, um dos fundadores do movimento L.A. Rebellion, propõe uma leitura crítica deste arquivo, expondo a violência que o eufemismo “campanha de pacificação” procura ocultar e interroga os conflitos, as ausências e as relações de poder inscritas nas imagens coloniais.
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ACTO DOS FEITOS DA GUINÉ
Fernando Matos Silva - Cinequipa
1980 |PT| 81’
Filme-ensaio que parte de material filmado na Guiné em 1969 e 1970 para um retrato da relação histórica da colonização portuguesa com a compreensão de África. O filme de Fernando Matos Silva tem marcas autobiográficas e conjuga imagens documentais – imagens de guerra, cruas e extremas, a preto e branco – e de ficção – sequências a cor que encenam um “Acto” onde os “feitos” são contados por personagens que representam diretamente voltadas para a câmara.
c/ presença do realizador
TER 13.10 | 21h
Esta sessão questiona a forma como bens culturais retirados, saqueados ou adquiridos sob domínio colonial foram incorporados nas coleções europeias e apresentados nos museus. A restituição torna visível essa história e abre a discussão sobre o lugar dos museus e sobre quem deve decidir o destino desse património.
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STATUES ALSO DIE (Les statues meurent aussi)
Alain Resnais - Chris Marker - Ghislain Cloquet
1953 | FR | 30’
Curta-metragem documental encomendada pela revista Présence Africaine. Partindo da questão «Por que razão a arte africana está no Museu do Homem, enquanto a arte grega ou egípcia se encontra no Louvre?», os realizadores expõem e criticam a falta de reconhecimento e de valorização da arte africana. O filme foi censurado em França durante oito anos.
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YOU HIDE ME
Nii Kwate Owoo
1970 | Gana | 17’
Uma grande quantidade de artefatos africanos antigos e raros estão escondidos em sacos plásticos e caixas de madeira no porão do Museu Britânico. Ao longo de um dia, os objetos valiosos são revelados pela primeira vez, evidenciando a vasta extensão da arte africana roubada pelas forças coloniais.
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DAHOMEY
Mati Diop
2024 | Senegal FR | 68’
Vinte e seis tesouros reais do Reino do Daomé estão prestes a deixar Paris para regressar ao seu país de origem, a actual República do Benim. Juntamente com milhares de outros, estes artefactos foram pilhados pelas tropas coloniais francesas em 1892. Que atitude tomar perante o regresso a casa destes antepassados, num país que teve de seguir em frente na sua ausência? A discussão aquece entre estudantes na Universidade de Abomey-Calavi.
QUI 15.10 | 21h
Esta sessão propõe desmontar uma perspectiva colonial inscrita nas imagens e nas formas de contar o passado. Reúne duas formas de investigação: uma que parte de um arquivo produzido pelos próprios sujeitos da história e outra que regressa a um arquivo encontrado para seguir as suas imagens, os seus lugares e as pessoas que nelas aparecem. De modos diferentes, ambas questionam esse olhar e trazem à tona histórias e violências que podem ser lidas a partir de outros lugares.
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APIYEMIYEKÎ?
Ana Vaz
2020 | BR FR PT | 28´
A partir de um arquivo com mais de 3.000 desenhos realizados pelos Waimiri-Atroari durante os seus primeiros processos de alfabetização, Apiyemiyekî? recupera uma memória colectiva da violência sofrida por este povo da Amazónia brasileira. Os desenhos registam encontros e impressões com o “homem civilizado”, revelando a partir do olhar de quem os realizou, as marcas da invasão das terras e a violência exercida pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar. A construção da BR-174 e a exploração mineira fazem parte desse processo de expropriação e abuso. Numa abordagem experimental, Ana Vaz sobrepõe e funde desenhos, som e imagem, criando novas relações entre os materiais do arquivo e fazendo emergir uma memória contada a partir de quem a viveu.
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FILME PARTICULAR
Janaína Nagata
2022 | BR | 91'
Documentário de desktop construído a partir de um rolo de película de 16 mm pertencente a uma família desconhecida. Este filme transforma-se numa investigação, através de uma perspetiva pós-colonial, recorrendo a ferramentas digitais e às pistas que o filme oferece, para desconstruir e investigar a origem do material e o contexto socio-político e histórico que o circunda, nomeadamente o Apartheid na África do Sul.
TER 20.10 | 21h
A ocupação de um território envolve violência, deslocação e destruição, mas também a tentativa de apagar as marcas de quem o habita. Na Palestina, o genocídio e a destruição de lugares, memórias e arquivos fazem parte dessa violência. Esta sessão olha para a relação entre território e memória e para as formas como imagens, lugares e arquivos podem contrariar esse apagamento.
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UNDR
Kamal Aljafari
2024 | PA | 15’
O olhar de um helicóptero varre o deserto, inspecionando uma terra simultaneamente antiga e moderna, natural e construída. Agricultores cultivam os seus campos, crianças brincam e os sinos tocam para a oração. A dinamite rompe a terra. UNDR é um pungente ensaio cinematográfico feito a partir de imagens de arquivo recolhidas sobre uma paisagem de outro mundo, carregada de história e potencial, que se transformou num inquietante cenário de vigilância e incursão.
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A FIDAI FILM
Kamal Aljafari
2024 | PA - Brazil - DE - FR - Qatar | 77’
No verão de 1982, o exército israelita invadiu Beirute, e o Centro de Investigação Palestiniano saqueando todo o seu arquivo. Este acervo que integra documentos históricos e imagens fixas e em movimento da Palestina torna-se a premissa de A Fidai Film, que explora a memória visual desse roubo por meio de imagens agora mantidas em arquivos israelitas. Face a estes atos de expropriação e apropriação, A Fidai Film propõe uma contra-narrativa desta perda, de forma a restaurar os vestígios da história pilhada da Palestina. O cineasta assume o papel de um 'sabotador', criando um contra-arquivo a partir de imagens reapropriadas, subvertendo a ficção para revelar uma outra realidade.
QUI 22.10 | 21h
Longe de encerrar os processos de exploração e desigualdade, o fim formal do colonialismo viu estas estruturas perpetuarem-se no capitalismo contemporâneo. Esta sessão debruça-se sobre a exploração da terra, dos recursos e dos corpos, problematizando o extrativismo enquanto engrenagem dessa mesma continuidade.
As lutas pela recuperação e defesa dos territórios são o reflexo de uma resistência que recusa ser apagada da história
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TIME TO CHANGE / HORA DE MUDAR
Pocas Pascoal
2024 | BR PT | 5’
Filme experimental que relaciona colonialismo, capitalismo e destruição ambiental. Através de imagens e associações poéticas, questiona como a exploração da terra, dos ecossistemas e das pessoas se prolonga no presente.
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NUESTRA VOZ DE TIERRA, MEMORIA Y FUTURO
Marta Rodríguez e Jorge Silva
1982 | Colombia | 90’
Documentário poético feito em colaboração com comunidades indígenas do Cauca. Acompanha a luta pela recuperação de terras ancestrais e articula observação, mitologia e cosmologia indígena, afirmando a cultura como instrumento de resistência à opressão colonial e latifundiária.
TER 27.10 | 21h
A violência colonial atinge os corpos, as relações e os afectos, e os seus efeitos fazem-se sentir na vida quotidiana. Esta sessão aborda questões de racismo, marginalização, intimidade e pertença, aproximando-se de práticas de cuidado e descanso e das possibilidades de resistência e liberdade.
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MANCHÊ BOM
Sara Fonseca da Graça
2021| PT |12´
Travessia filmada entre o Miratejo e Belém, acompanhando a artista enquanto transporta uma pintura através do Tejo. Entre texto, performance e paisagem urbana, o filme reflete sobre marginalização, violência, reparação, descanso e o direito de imaginar um lugar de liberdade para os corpos negros.
Obra coproduzida pelo Teatro do Bairro Alto e integrada no projeto digital Primeiro Rascunho; edição e montagem pela Nêga Filmes.
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MILISUTHANDO
Milisuthando Bongela
2023 | África do Sul - Colômbia| 128’
Ensaio documental que constitui uma exploração poética e pessoal baseada na memória sobre identidade etnoracial, intimidade e o pós-apartheid na África do Sul. A obra acompanha a perspetiva da realizadora, que cresceu sem consciência do regime segregacionista do Transkei até à queda do sistema, estruturando-se em cinco atos e três universos ao longo de três décadas.
QUI 29.10 | 21h
A imaginação de outros futuros permite pensar para além das estruturas que organizam o presente. Esta sessão recorre à ficção e ao afrofuturismo para desafiar dinâmicas de poder, exploração e dominação, procurando, assim, outras formas de viver e organizar a vida coletiva.
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NEPTUNE FROST
Saul Williams e Anisia Uzeyman
2021 | Ruanda - EUA |110’
Numa lixeira virtual de resíduos eletrónicos que parece pertencer a outro mundo, um grupo de mineiros de coltan fugitivos une-se para formar um coletivo de hackers informáticos anticolonialistas. A partir deste acampamento improvisado, planeiam derrubar o regime autoritário que explora os recursos naturais da região — e o seu próprio povo. Quando uma jovem fugitiva intersexo e um mineiro em fuga se encontram através de forças cósmicas, a profunda ligação e união entre ambos gera uma falha no sistema e aciona interferências no grande circuito divino global.
SÁB 31.10 | 16h30
A sessão final propõe um momento de reflexão coletiva sobre a realidade local, reunindo realizadores/as e coletivos ligados às lutas antirracistas e anticoloniais.
Os filmes desta sessão aproximam-se das marcas da história colonial portuguesa no presente, através da memória, da migração, da pertença, dos afetos e das formas de viver. Entre o íntimo e o coletivo, mostram como o racismo e as continuidades coloniais atravessam relações, percursos, desejos e imaginários.
Partindo das temáticas abordadas nos filmes selecionados, serão colocadas em discussão as formas de resistência e as possibilidades de construção de outros modos de relação, pertença e comunidade.
Depois dos filmes, a conversa reunirá cineastas, coletivos, associações e outras pessoas convidadas para partilhar práticas e perspetivas sobre estas questões, bem como para conversar sobre formas de apoio mútuo e organização coletiva.
O encontro termina com um jantar comunitário, como espaço de convívio, partilha e continuidade da conversa.
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NÃO SÃO ÁGUAS PASSADAS
Viviane Rodrigues
2025|BR - PT|20’
Entre Lisboa e Lagos, cidades centrais no tráfico transatlântico de pessoas africanas escravizadas, este documentário revela a romantização de um dos piores episódios da história portuguesa, o colonialismo. Transitando entre a terra e o alto-mar das duas cidades, a voz do togolês Naky Gaglo reflecte sobre o silenciamento político e histórico das comunidades africanas (fundamentais para o desenvolvimento do país) por parte do Estado português, e relembra a sua responsabilidade com o passado e com as novas formas de construir um futuro.
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UM RIO CHAMADO COMBOIO DA LINHA DE SINTRA
Maíra Zenun
2021 | PT | 12’30’’
O enredo assume-se como um rascunho poético e uma reflexão crua sobre o movimento de corpos na periferia de Lisboa. A narrativa funciona como um diário poético e experimental, dividido em seis capítulos, que serve como rascunho estético e registo documental de um processo de pesquisa iniciado em 2021. O filme foca-se na "escrevivência" construída a partir de diferentes vozes, imagens, sons e reflexões ao caminhar e habitar a Linha de Sintra — pensada aqui não apenas como uma infraestrutura ferroviária, mas como um denso território humano e sociológico. É um "retrato que se vai desembaçando", uma poesia-reflexo que captura as vivências cotidianas, complexas, maternas e por vezes mesquinhas da comunidade negra, periférica e afrodescendente.
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SABURA
Falcão Nhaga
2025| PT | 26’
Nesta história de amor, um jovem casal é confrontado com um futuro incerto. Entre África e Europa, os dois reencontram-se em Lisboa, numa casa onde vivem outros migrantes, e onde a distância e a proximidade irão testar a sua relação.
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DECOLONIZAR O PRESENTE:
Comunidade e Resistência
Conversa c/
Colectivo Mukambo, DJASS - Associação de Afrodescendentes, Frente Anti-Racista, Nêga Filmes, Noz Stória
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JANTAR COMUNITÁRIO
reservas: [email protected]
Entrada Livre para as sessões cinema | Jantar: 5€
Apoio financeiro: CCDR - LVT + Cultura
Apoio à exibição: Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, Fundación Cine Documental Investigación Social, Arsenal – Institut für Film und Videokunst e.V.
Agradecimentos: Dulce Fernandes, Kamal Aljafari, Maíra Zenun
🖼️ Rita Comedida
https://eventos.coletivos.org/event/or-cinemanamula-oror-memoria-e-reparacao
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|| CINEMANAMULA || MEMÓRIA E REPARAÇÃO
Cooperativa Mula, terça-feira, 6 de outubro às 21:00 GMT+1
|| CINEMANAMULA || MEMÓRIA E REPARAÇÃO * Perspectivas Anticoloniais e Decoloniais *
~ Entrada Livre
TER | 6 • 13 • 20 • 27 | 21h
QUI | 8 • 15 • 22 • 29 | 21h
SÁB 31 | 16h30 ~ 00h
O colonialismo não é um capítulo encerrado da História, mas uma relação de poder que continua a organizar vidas, territórios e imaginários, e que exige ser combatida. Esta programação parte da necessidade de recusar narrativas que impõem uma perspectiva europeia e de olhar criticamente para o colonialismo, as suas permanências e reconfigurações. Procuramos compreender como essas relações se inscrevem no presente e como podem ser confrontadas e resistidas.
Memória e Reparação reúne filmes que abordam situações concretas de violência colonial e as resistências que lhes fazem frente, interrogando as formas como essa violência foi registada e representada, a apropriação do património e dos territórios, bem como o racismo, o apartheid e as estruturas que os sustentam. Estas questões cruzam-se com a intimidade, a pertença e o cuidado, enquanto a imaginação de outros futuros abre espaço à possibilidade de construir para além das estruturas existentes.
No último encontro, a conversa traz estes assuntos para o presente que partilhamos, reunindo cineastas, colectivos e associações para pôr em comum perspectivas, práticas e modos de organização a partir dos seus bairros e comunidades de proximidade.
TER 06.10 | 21h
Como é contada a história colonial e o que acontece quando, no presente, se confronta o seu apagamento e silenciamento? Esta sessão parte do passado colonial português e da necessidade de reconhecer a violência que durante muito tempo foi ocultada ou minimizada nas narrativas dominantes.
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CONTOS DO ESQUECIMENTO
Dulce Fernandes
2023 | PT | 63’
Achados arqueológicos recentes em Lagos, no sul de Portugal, revelaram o passado esquecido do papel de Portugal no tráfico transatlântico de africanos escravizados. Invocando a distância entre o que queremos esquecer e a urgência da memória, 'Contos do Esquecimento' é um território de revelação do passado no presente.
QUI 08.10 | 21h
Como olhar hoje para imagens e narrativas coloniais? Esta sessão propõe revisitar arquivos e formas de representação produzidas durante e depois do colonialismo português, interrogando o olhar que as construiu e as narrativas que dele resultaram. Ao voltar a esse material a partir do presente, abre-se espaço para questionar a forma como a história colonial foi contada.
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A STORY FROM AFRICA
Billy Woodberry
2019 | EUA - PT | 32’
A partir de fotografias produzidas por um oficial do exército português, Billy Woodberry reconstrói a história trágica de Calipalula, dignitário cuamato, cuja posição foi instrumentalizada pelas autoridades coloniais. Explorando rivalidades entre poderes locais, o exército português procurou impor o seu domínio durante a ofensiva militar de 1907, no sul de Angola. O cineasta norte-americano, um dos fundadores do movimento L.A. Rebellion, propõe uma leitura crítica deste arquivo, expondo a violência que o eufemismo “campanha de pacificação” procura ocultar e interroga os conflitos, as ausências e as relações de poder inscritas nas imagens coloniais.
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ACTO DOS FEITOS DA GUINÉ
Fernando Matos Silva - Cinequipa
1980 |PT| 81’
Filme-ensaio que parte de material filmado na Guiné em 1969 e 1970 para um retrato da relação histórica da colonização portuguesa com a compreensão de África. O filme de Fernando Matos Silva tem marcas autobiográficas e conjuga imagens documentais – imagens de guerra, cruas e extremas, a preto e branco – e de ficção – sequências a cor que encenam um “Acto” onde os “feitos” são contados por personagens que representam diretamente voltadas para a câmara.
c/ presença do realizador
TER 13.10 | 21h
Esta sessão questiona a forma como bens culturais retirados, saqueados ou adquiridos sob domínio colonial foram incorporados nas coleções europeias e apresentados nos museus. A restituição torna visível essa história e abre a discussão sobre o lugar dos museus e sobre quem deve decidir o destino desse património.
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STATUES ALSO DIE (Les statues meurent aussi)
Alain Resnais - Chris Marker - Ghislain Cloquet
1953 | FR | 30’
Curta-metragem documental encomendada pela revista Présence Africaine. Partindo da questão «Por que razão a arte africana está no Museu do Homem, enquanto a arte grega ou egípcia se encontra no Louvre?», os realizadores expõem e criticam a falta de reconhecimento e de valorização da arte africana. O filme foi censurado em França durante oito anos.
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YOU HIDE ME
Nii Kwate Owoo
1970 | Gana | 17’
Uma grande quantidade de artefatos africanos antigos e raros estão escondidos em sacos plásticos e caixas de madeira no porão do Museu Britânico. Ao longo de um dia, os objetos valiosos são revelados pela primeira vez, evidenciando a vasta extensão da arte africana roubada pelas forças coloniais.
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DAHOMEY
Mati Diop
2024 | Senegal FR | 68’
Vinte e seis tesouros reais do Reino do Daomé estão prestes a deixar Paris para regressar ao seu país de origem, a actual República do Benim. Juntamente com milhares de outros, estes artefactos foram pilhados pelas tropas coloniais francesas em 1892. Que atitude tomar perante o regresso a casa destes antepassados, num país que teve de seguir em frente na sua ausência? A discussão aquece entre estudantes na Universidade de Abomey-Calavi.
QUI 15.10 | 21h
Esta sessão propõe desmontar uma perspectiva colonial inscrita nas imagens e nas formas de contar o passado. Reúne duas formas de investigação: uma que parte de um arquivo produzido pelos próprios sujeitos da história e outra que regressa a um arquivo encontrado para seguir as suas imagens, os seus lugares e as pessoas que nelas aparecem. De modos diferentes, ambas questionam esse olhar e trazem à tona histórias e violências que podem ser lidas a partir de outros lugares.
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APIYEMIYEKÎ?
Ana Vaz
2020 | BR FR PT | 28´
A partir de um arquivo com mais de 3.000 desenhos realizados pelos Waimiri-Atroari durante os seus primeiros processos de alfabetização, Apiyemiyekî? recupera uma memória colectiva da violência sofrida por este povo da Amazónia brasileira. Os desenhos registam encontros e impressões com o “homem civilizado”, revelando a partir do olhar de quem os realizou, as marcas da invasão das terras e a violência exercida pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar. A construção da BR-174 e a exploração mineira fazem parte desse processo de expropriação e abuso. Numa abordagem experimental, Ana Vaz sobrepõe e funde desenhos, som e imagem, criando novas relações entre os materiais do arquivo e fazendo emergir uma memória contada a partir de quem a viveu.
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FILME PARTICULAR
Janaína Nagata
2022 | BR | 91'
Documentário de desktop construído a partir de um rolo de película de 16 mm pertencente a uma família desconhecida. Este filme transforma-se numa investigação, através de uma perspetiva pós-colonial, recorrendo a ferramentas digitais e às pistas que o filme oferece, para desconstruir e investigar a origem do material e o contexto socio-político e histórico que o circunda, nomeadamente o Apartheid na África do Sul.
TER 20.10 | 21h
A ocupação de um território envolve violência, deslocação e destruição, mas também a tentativa de apagar as marcas de quem o habita. Na Palestina, o genocídio e a destruição de lugares, memórias e arquivos fazem parte dessa violência. Esta sessão olha para a relação entre território e memória e para as formas como imagens, lugares e arquivos podem contrariar esse apagamento.
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UNDR
Kamal Aljafari
2024 | PA | 15’
O olhar de um helicóptero varre o deserto, inspecionando uma terra simultaneamente antiga e moderna, natural e construída. Agricultores cultivam os seus campos, crianças brincam e os sinos tocam para a oração. A dinamite rompe a terra. UNDR é um pungente ensaio cinematográfico feito a partir de imagens de arquivo recolhidas sobre uma paisagem de outro mundo, carregada de história e potencial, que se transformou num inquietante cenário de vigilância e incursão.
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A FIDAI FILM
Kamal Aljafari
2024 | PA - Brazil - DE - FR - Qatar | 77’
No verão de 1982, o exército israelita invadiu Beirute, e o Centro de Investigação Palestiniano saqueando todo o seu arquivo. Este acervo que integra documentos históricos e imagens fixas e em movimento da Palestina torna-se a premissa de A Fidai Film, que explora a memória visual desse roubo por meio de imagens agora mantidas em arquivos israelitas. Face a estes atos de expropriação e apropriação, A Fidai Film propõe uma contra-narrativa desta perda, de forma a restaurar os vestígios da história pilhada da Palestina. O cineasta assume o papel de um 'sabotador', criando um contra-arquivo a partir de imagens reapropriadas, subvertendo a ficção para revelar uma outra realidade.
QUI 22.10 | 21h
Longe de encerrar os processos de exploração e desigualdade, o fim formal do colonialismo viu estas estruturas perpetuarem-se no capitalismo contemporâneo. Esta sessão debruça-se sobre a exploração da terra, dos recursos e dos corpos, problematizando o extrativismo enquanto engrenagem dessa mesma continuidade.
As lutas pela recuperação e defesa dos territórios são o reflexo de uma resistência que recusa ser apagada da história
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TIME TO CHANGE / HORA DE MUDAR
Pocas Pascoal
2024 | BR PT | 5’
Filme experimental que relaciona colonialismo, capitalismo e destruição ambiental. Através de imagens e associações poéticas, questiona como a exploração da terra, dos ecossistemas e das pessoas se prolonga no presente.
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NUESTRA VOZ DE TIERRA, MEMORIA Y FUTURO
Marta Rodríguez e Jorge Silva
1982 | Colombia | 90’
Documentário poético feito em colaboração com comunidades indígenas do Cauca. Acompanha a luta pela recuperação de terras ancestrais e articula observação, mitologia e cosmologia indígena, afirmando a cultura como instrumento de resistência à opressão colonial e latifundiária.
TER 27.10 | 21h
A violência colonial atinge os corpos, as relações e os afectos, e os seus efeitos fazem-se sentir na vida quotidiana. Esta sessão aborda questões de racismo, marginalização, intimidade e pertença, aproximando-se de práticas de cuidado e descanso e das possibilidades de resistência e liberdade.
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MANCHÊ BOM
Sara Fonseca da Graça
2021| PT |12´
Travessia filmada entre o Miratejo e Belém, acompanhando a artista enquanto transporta uma pintura através do Tejo. Entre texto, performance e paisagem urbana, o filme reflete sobre marginalização, violência, reparação, descanso e o direito de imaginar um lugar de liberdade para os corpos negros.
Obra coproduzida pelo Teatro do Bairro Alto e integrada no projeto digital Primeiro Rascunho; edição e montagem pela Nêga Filmes.
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MILISUTHANDO
Milisuthando Bongela
2023 | África do Sul - Colômbia| 128’
Ensaio documental que constitui uma exploração poética e pessoal baseada na memória sobre identidade etnoracial, intimidade e o pós-apartheid na África do Sul. A obra acompanha a perspetiva da realizadora, que cresceu sem consciência do regime segregacionista do Transkei até à queda do sistema, estruturando-se em cinco atos e três universos ao longo de três décadas.
QUI 29.10 | 21h
A imaginação de outros futuros permite pensar para além das estruturas que organizam o presente. Esta sessão recorre à ficção e ao afrofuturismo para desafiar dinâmicas de poder, exploração e dominação, procurando, assim, outras formas de viver e organizar a vida coletiva.
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NEPTUNE FROST
Saul Williams e Anisia Uzeyman
2021 | Ruanda - EUA |110’
Numa lixeira virtual de resíduos eletrónicos que parece pertencer a outro mundo, um grupo de mineiros de coltan fugitivos une-se para formar um coletivo de hackers informáticos anticolonialistas. A partir deste acampamento improvisado, planeiam derrubar o regime autoritário que explora os recursos naturais da região — e o seu próprio povo. Quando uma jovem fugitiva intersexo e um mineiro em fuga se encontram através de forças cósmicas, a profunda ligação e união entre ambos gera uma falha no sistema e aciona interferências no grande circuito divino global.
SÁB 31.10 | 16h30
A sessão final propõe um momento de reflexão coletiva sobre a realidade local, reunindo realizadores/as e coletivos ligados às lutas antirracistas e anticoloniais.
Os filmes desta sessão aproximam-se das marcas da história colonial portuguesa no presente, através da memória, da migração, da pertença, dos afetos e das formas de viver. Entre o íntimo e o coletivo, mostram como o racismo e as continuidades coloniais atravessam relações, percursos, desejos e imaginários.
Partindo das temáticas abordadas nos filmes selecionados, serão colocadas em discussão as formas de resistência e as possibilidades de construção de outros modos de relação, pertença e comunidade.
Depois dos filmes, a conversa reunirá cineastas, coletivos, associações e outras pessoas convidadas para partilhar práticas e perspetivas sobre estas questões, bem como para conversar sobre formas de apoio mútuo e organização coletiva.
O encontro termina com um jantar comunitário, como espaço de convívio, partilha e continuidade da conversa.
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NÃO SÃO ÁGUAS PASSADAS
Viviane Rodrigues
2025|BR - PT|20’
Entre Lisboa e Lagos, cidades centrais no tráfico transatlântico de pessoas africanas escravizadas, este documentário revela a romantização de um dos piores episódios da história portuguesa, o colonialismo. Transitando entre a terra e o alto-mar das duas cidades, a voz do togolês Naky Gaglo reflecte sobre o silenciamento político e histórico das comunidades africanas (fundamentais para o desenvolvimento do país) por parte do Estado português, e relembra a sua responsabilidade com o passado e com as novas formas de construir um futuro.
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UM RIO CHAMADO COMBOIO DA LINHA DE SINTRA
Maíra Zenun
2021 | PT | 12’30’’
O enredo assume-se como um rascunho poético e uma reflexão crua sobre o movimento de corpos na periferia de Lisboa. A narrativa funciona como um diário poético e experimental, dividido em seis capítulos, que serve como rascunho estético e registo documental de um processo de pesquisa iniciado em 2021. O filme foca-se na "escrevivência" construída a partir de diferentes vozes, imagens, sons e reflexões ao caminhar e habitar a Linha de Sintra — pensada aqui não apenas como uma infraestrutura ferroviária, mas como um denso território humano e sociológico. É um "retrato que se vai desembaçando", uma poesia-reflexo que captura as vivências cotidianas, complexas, maternas e por vezes mesquinhas da comunidade negra, periférica e afrodescendente.
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SABURA
Falcão Nhaga
2025| PT | 26’
Nesta história de amor, um jovem casal é confrontado com um futuro incerto. Entre África e Europa, os dois reencontram-se em Lisboa, numa casa onde vivem outros migrantes, e onde a distância e a proximidade irão testar a sua relação.
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DECOLONIZAR O PRESENTE:
Comunidade e Resistência
Conversa c/
Colectivo Mukambo, DJASS - Associação de Afrodescendentes, Frente Anti-Racista, Nêga Filmes, Noz Stória
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JANTAR COMUNITÁRIO
reservas: [email protected]
Entrada Livre para as sessões cinema | Jantar: 5€
Apoio financeiro: CCDR - LVT + Cultura
Apoio à exibição: Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, Fundación Cine Documental Investigación Social, Arsenal – Institut für Film und Videokunst e.V.
Agradecimentos: Dulce Fernandes, Kamal Aljafari, Maíra Zenun
🖼️ Rita Comedida
https://eventos.coletivos.org/event/or-cinemanamula-oror-memoria-e-reparacao
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Un Ponte Per presenta “La Rebelión de las flores” al Cinema Aquila
Nuovo Cinema Aquila, giovedì 28 maggio alle ore 20:00 CEST
Nell’ambito del percorso di avvicinamento ad “Arene Decoloniali” 2026, Un Ponte Per organizza la proiezione del documentario “La Rebelión de las flores” di María Laura Vásquez (Argentina, 2022, 81 min), che si terrà giovedì 28 maggio al Nuovo Cinema Aquila di Roma.
Il documentario racconta l’occupazione pacifica del Ministero dell’Interno in Argentina nel 2019 da parte di 23 donne appartenenti a diverse comunità indigene, provenienti da varie regioni del paese, che si sono riunite per denunciare le violenze nei loro territori e chiedere la fine delle uccisioni e della devastazione ambientale.
L’azione, durata 11 giorni, ha dato visibilità al concetto di “terricidio” e alle forme di resistenza dei popoli contro l’eredità coloniale e le sue conseguenze contemporanee.
L’iniziativa si inserisce in un ciclo di eventi di avvicinamento alla seconda edizione di “Arene Decoloniali”, la tradizionale rassegna di cinema e letteratura decoloniale promossa da Un Ponte Per nel mese di Settembre, a Roma, e che quest’anno sarà dedicata ai femminismi nati e sviluppati nel Sud globale e nei contesti segnati dall’esperienza coloniale e postcoloniale.
Attraverso incontri, proiezioni e momenti di confronto, il percorso intende contribuire alla costruzione di uno spazio di ascolto e discussione sulle molteplici forme assunte dalle lotte femministe, che si sviluppano fuori dal perimetro bianco, occidentale ed eurocentrico.
Programma della serata | 28 maggio 2026
Nuovo Cinema Aquila (Via L’Aquila 66/74, Roma)Ore 20:00 – Incontro con la regista María Laura Vásquez in dialogo con Lizet Aguilar e Diana Terrones (Blocco Decoloniale) e Pilar Morena D’Alò
Ore 21:00 – Proiezione del film “La Rebelión de las flores”
Costo del biglietto: 7 euro
https://roma.convoca.la/event/un-ponte-per-presenta-la-rebelion-de-las-flores-al-cinema-aquila
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Un Ponte Per presenta “La Rebelión de las flores” al Cinema Aquila
Nuovo Cinema Aquila, giovedì 28 maggio alle ore 20:00 CEST
Nell’ambito del percorso di avvicinamento ad “Arene Decoloniali” 2026, Un Ponte Per organizza la proiezione del documentario “La Rebelión de las flores” di María Laura Vásquez (Argentina, 2022, 81 min), che si terrà giovedì 28 maggio al Nuovo Cinema Aquila di Roma.
Il documentario racconta l’occupazione pacifica del Ministero dell’Interno in Argentina nel 2019 da parte di 23 donne appartenenti a diverse comunità indigene, provenienti da varie regioni del paese, che si sono riunite per denunciare le violenze nei loro territori e chiedere la fine delle uccisioni e della devastazione ambientale.
L’azione, durata 11 giorni, ha dato visibilità al concetto di “terricidio” e alle forme di resistenza dei popoli contro l’eredità coloniale e le sue conseguenze contemporanee.
L’iniziativa si inserisce in un ciclo di eventi di avvicinamento alla seconda edizione di “Arene Decoloniali”, la tradizionale rassegna di cinema e letteratura decoloniale promossa da Un Ponte Per nel mese di Settembre, a Roma, e che quest’anno sarà dedicata ai femminismi nati e sviluppati nel Sud globale e nei contesti segnati dall’esperienza coloniale e postcoloniale.
Attraverso incontri, proiezioni e momenti di confronto, il percorso intende contribuire alla costruzione di uno spazio di ascolto e discussione sulle molteplici forme assunte dalle lotte femministe, che si sviluppano fuori dal perimetro bianco, occidentale ed eurocentrico.
Programma della serata | 28 maggio 2026
Nuovo Cinema Aquila (Via L’Aquila 66/74, Roma)Ore 20:00 – Incontro con la regista María Laura Vásquez in dialogo con Lizet Aguilar e Diana Terrones (Blocco Decoloniale) e Pilar Morena D’Alò
Ore 21:00 – Proiezione del film “La Rebelión de las flores”
Costo del biglietto: 7 euro
https://roma.convoca.la/event/un-ponte-per-presenta-la-rebelion-de-las-flores-al-cinema-aquila
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A importância de pensar projetos de arquitetura que valorizem a diversidade cultural e a sustentabilidade
- cijnusp
https://jornal.usp.br/atualidades/a-importancia-de-pensar-projetos-de-arquitetura-que-valorizem-a-diversidade-cultural-e-a-sustentabilidade/
#Atualidades #Arquiteturaregional #BiomasBrasileiros #Decolonialismo #Diversidade -
A importância de pensar projetos de arquitetura que valorizem a diversidade cultural e a sustentabilidade
- cijnusp
https://jornal.usp.br/atualidades/a-importancia-de-pensar-projetos-de-arquitetura-que-valorizem-a-diversidade-cultural-e-a-sustentabilidade/
#Atualidades #Arquiteturaregional #BiomasBrasileiros #Decolonialismo #Diversidade -
A importância de pensar projetos de arquitetura que valorizem a diversidade cultural e a sustentabilidade
- cijnusp
https://jornal.usp.br/atualidades/a-importancia-de-pensar-projetos-de-arquitetura-que-valorizem-a-diversidade-cultural-e-a-sustentabilidade/
#Atualidades #Arquiteturaregional #BiomasBrasileiros #Decolonialismo #Diversidade -
Missões guarani jesuíticas, 400 anos: nheguiru e abiarú, derrotando bandeirantes escravistas
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SIAMO CAMPI DI BATTAGLIA
CSOA Forte Prenestino, giovedì 23 aprile alle ore 19:00 CEST
CSOA Forte Prenestino
giovedì 23/04/2026
verso il 25 aprile e il 1º maggio…
SIAMO CAMPI DI BATTAGLIA
sistemi di razzializzazione come dispositivi di controllo colonialedalle 19:00
presentazione e proiezione del documentario
“Nous sommes des champs de bataille” (Fra 2025, 90’)
di Mathieu Rigoustecon
- Mathieu Rigouste
- Rajaa del CSOA Lambretta
- Wahid
- Blocco Decoloniale Romaa seguire
live set: Wahid & Omar aka 3RB Nda Hood
djset: PolG + ALD (Mawinbi / Fr)
...Siamo campi di battaglia tra le guerre imperialiste.
Siamo testimoni a distanza delle guerre coloniali, mentre subiamo l’impasto del dominio metropolitano.
È la meccanica imperiale che si muove e ci governa.
È l’ordine sperimentato nei territori di conflitto indisturbato che dispensa politiche securitarie, attraverso dispositivi di controllo capillare.
Una narrazione lucida e cruda quella di Mathieu Rigouste (sociologo militante), distribuita tra il libro “La guerre globale contre le peuples” e il documentario “Nous sommes des champs de bataille”. Contributo teorico ed allo stesso tempo inequivocabilmente congruo per il testo scritto, restituzione asciutta e severa per il documentario che consegna lo scenario definitivo dei poteri neo-liberali imperiali della nostra modernità.
Passando per la fiera delle armi di Parigi, Rigouste racconta dei processi di costruzione di poteri necropolitici, delle derive globali di normalizzazione coloniale, sofferte dentro ma anche fuori la guerra, delle strategie di sorveglianza, controllo e repressione agite nella demarcazione dei regimi di frontiera ed esportate negli ordinamenti delle periferie che abitiamo.
La guerra contro i popoli disegna i contorni di un potere globale che si espande con l’artiglieria di guerra, mentre si configura come ordine regolamentato di vita urbana. I dispositivi repressivi cambiano la scala di applicazione: dagli armamenti e dalle strategie belligeranti, alla definizione di politiche securitarie interne per la repressione del dissenso, per la persecuzione poliziesca della non omologazione, in forma di disparità di genere, di cultura, di provenienza.
Il 23 aprile incontreremo Mathieu Rigouste per approfondire e interrogarci insieme a lui, a Rajaa del CSOA Lambretta di Milano, a Wahid e al Blocco Decoloniale di Roma su possibilità, spinte e strategie di resistenza politica alla guerra contro i popoli, a partire da noi stessi bianchi occidentali privilegiati.
...
Vieni e fai venire!
in funzione Taverna, Pub12ditutto, Sala da tè InTHERferenze, Enoteca, Infoshop, Serigrafia, Banchetti info&distro
www.forteprenestino.net/attivita/3622-siamo-campi-di-battaglia -
SIAMO CAMPI DI BATTAGLIA
CSOA Forte Prenestino, giovedì 23 aprile alle ore 19:00 CEST
CSOA Forte Prenestino
giovedì 23/04/2026
verso il 25 aprile e il 1º maggio…
SIAMO CAMPI DI BATTAGLIA
sistemi di razzializzazione come dispositivi di controllo colonialedalle 19:00
presentazione e proiezione del documentario
“Nous sommes des champs de bataille” (Fra 2025, 90’)
di Mathieu Rigoustecon
- Mathieu Rigouste
- Rajaa del CSOA Lambretta
- Wahid
- Blocco Decoloniale Romaa seguire
live set: Wahid & Omar aka 3RB Nda Hood
djset: PolG + ALD (Mawinbi / Fr)
...Siamo campi di battaglia tra le guerre imperialiste.
Siamo testimoni a distanza delle guerre coloniali, mentre subiamo l’impasto del dominio metropolitano.
È la meccanica imperiale che si muove e ci governa.
È l’ordine sperimentato nei territori di conflitto indisturbato che dispensa politiche securitarie, attraverso dispositivi di controllo capillare.
Una narrazione lucida e cruda quella di Mathieu Rigouste (sociologo militante), distribuita tra il libro “La guerre globale contre le peuples” e il documentario “Nous sommes des champs de bataille”. Contributo teorico ed allo stesso tempo inequivocabilmente congruo per il testo scritto, restituzione asciutta e severa per il documentario che consegna lo scenario definitivo dei poteri neo-liberali imperiali della nostra modernità.
Passando per la fiera delle armi di Parigi, Rigouste racconta dei processi di costruzione di poteri necropolitici, delle derive globali di normalizzazione coloniale, sofferte dentro ma anche fuori la guerra, delle strategie di sorveglianza, controllo e repressione agite nella demarcazione dei regimi di frontiera ed esportate negli ordinamenti delle periferie che abitiamo.
La guerra contro i popoli disegna i contorni di un potere globale che si espande con l’artiglieria di guerra, mentre si configura come ordine regolamentato di vita urbana. I dispositivi repressivi cambiano la scala di applicazione: dagli armamenti e dalle strategie belligeranti, alla definizione di politiche securitarie interne per la repressione del dissenso, per la persecuzione poliziesca della non omologazione, in forma di disparità di genere, di cultura, di provenienza.
Il 23 aprile incontreremo Mathieu Rigouste per approfondire e interrogarci insieme a lui, a Rajaa del CSOA Lambretta di Milano, a Wahid e al Blocco Decoloniale di Roma su possibilità, spinte e strategie di resistenza politica alla guerra contro i popoli, a partire da noi stessi bianchi occidentali privilegiati.
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Vieni e fai venire!
in funzione Taverna, Pub12ditutto, Sala da tè InTHERferenze, Enoteca, Infoshop, Serigrafia, Banchetti info&distro
www.forteprenestino.net/attivita/3622-siamo-campi-di-battaglia -
Che succede in Libano?
Vivero, mercoledì 8 aprile alle ore 19:00 CEST
Che succede in Libano?
Un approfondimento delle origini e delle conseguenze delle violenze della guerra sionista/USA
In Libano è in corso un’ulteriore escalation della guerra di occupazione israeliana, fatta di bombardamenti sistematici, distruzione di infrastrutture e sfollamento forzato della popolazione civile. Oltre un milione di persone sono state costrette ad abbandonare le proprie case: un’intera parte del Paese viene svuotata, mentre la violenza diventa condizione quotidiana imposta con la forza.
Di fronte a questa realtà, la disinformazione e il racconto dominante servono a coprire, giustificare e normalizzare ciò che accade. Per questo è importante costruire spazi di discussione e contro-narrazione: parlare oggi del Libano significa provare a comprendere il contesto di guerra che stiamo vivendo, dentro e oltre i suoi confini.
Ne parliamo con Rossana TUFARO, compagna e studiosa di storia politica e sociale del Libano contemporaneo. Per molti anni ha vissuto a Beirut.
+ Ci sarà aperitivo a sostegno
Iniziativa del programma di avvicinamento al 25 Aprile "Giorni di Liberazione", promosso da Quell@ del 25 Aprile al Pigneto.
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Che succede in Libano?
Vivero, mercoledì 8 aprile alle ore 19:00 CEST
Che succede in Libano?
Un approfondimento delle origini e delle conseguenze delle violenze della guerra sionista/USA
In Libano è in corso un’ulteriore escalation della guerra di occupazione israeliana, fatta di bombardamenti sistematici, distruzione di infrastrutture e sfollamento forzato della popolazione civile. Oltre un milione di persone sono state costrette ad abbandonare le proprie case: un’intera parte del Paese viene svuotata, mentre la violenza diventa condizione quotidiana imposta con la forza.
Di fronte a questa realtà, la disinformazione e il racconto dominante servono a coprire, giustificare e normalizzare ciò che accade. Per questo è importante costruire spazi di discussione e contro-narrazione: parlare oggi del Libano significa provare a comprendere il contesto di guerra che stiamo vivendo, dentro e oltre i suoi confini.
Ne parliamo con Rossana TUFARO, compagna e studiosa di storia politica e sociale del Libano contemporaneo. Per molti anni ha vissuto a Beirut.
+ Ci sarà aperitivo a sostegno
Iniziativa del programma di avvicinamento al 25 Aprile "Giorni di Liberazione", promosso da Quell@ del 25 Aprile al Pigneto.
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Territorios vivos amenazados: Ecofeminismo, digitalización y centros de datos
UNED Talavera de la Reina, martes, 10 de marzo, 18:00 CET
Con motivo de la celebración del 8M
Esta charla, desde una perspectiva ecofeminista, cuestiona la idea de “nube” inmaterial de la arquitectura de los centros de datos y los servicios digitales, mostrando la huella en recursos, como el agua, la energía y el medioambiente de la digitalización y uso extensivo de la IA. A partir de los impactos sociales y territoriales asociados a los centros de datos, se analiza desde la perspectiva ecofeminista cómo el modelo que se está desarrollando reproduce lógicas patriarcales, extractivistas y coloniales que amenazan territorios y sus comunidades. Frente a ello, se proponen lógicas feministas para afrontar las amenazas de la digitalización. Finalmente, se plantean alternativas desde el ecofeminismo de datos formuladas por Ana Valdivia, apostando por una transición digital justa, situada y no extractivista.
Programa
martes, 10 de marzo
18:00-20:00 h. Territorios vivos amenazados: Ecofeminismo, digitalización y centros de datos.
Marta Pascual Rodríguez Profesora de Formación Profesional en Intervención Sociocomunitaria
Aurora Gómez Delgado Psicóloga especialista en Comportamientos Digitales y Activistas
Asistencia
Esta actividad permite participar con asistencia presencial o asistencia online en directo o en diferido, sin necesidad de ir al centro.
https://enredad.es/event/territorios-vivos-amenazados-ecofeminismo-digitalizacion-y-centros-de-datos
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Territorios vivos amenazados: Ecofeminismo, digitalización y centros de datos
UNED Talavera de la Reina, martes, 10 de marzo, 18:00 CET
Con motivo de la celebración del 8M
Esta charla, desde una perspectiva ecofeminista, cuestiona la idea de “nube” inmaterial de la arquitectura de los centros de datos y los servicios digitales, mostrando la huella en recursos, como el agua, la energía y el medioambiente de la digitalización y uso extensivo de la IA. A partir de los impactos sociales y territoriales asociados a los centros de datos, se analiza desde la perspectiva ecofeminista cómo el modelo que se está desarrollando reproduce lógicas patriarcales, extractivistas y coloniales que amenazan territorios y sus comunidades. Frente a ello, se proponen lógicas feministas para afrontar las amenazas de la digitalización. Finalmente, se plantean alternativas desde el ecofeminismo de datos formuladas por Ana Valdivia, apostando por una transición digital justa, situada y no extractivista.
Programa
martes, 10 de marzo
18:00-20:00 h. Territorios vivos amenazados: Ecofeminismo, digitalización y centros de datos.
Marta Pascual Rodríguez Profesora de Formación Profesional en Intervención Sociocomunitaria
Aurora Gómez Delgado Psicóloga especialista en Comportamientos Digitales y Activistas
Asistencia
Esta actividad permite participar con asistencia presencial o asistencia online en directo o en diferido, sin necesidad de ir al centro.
https://enredad.es/event/territorios-vivos-amenazados-ecofeminismo-digitalizacion-y-centros-de-datos
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Territorios vivos amenazados: Ecofeminismo, digitalización y centros de datos
UNED Talavera de la Reina, martes, 10 de marzo, 18:00 CET
Con motivo de la celebración del 8M
Esta charla, desde una perspectiva ecofeminista, cuestiona la idea de “nube” inmaterial de la arquitectura de los centros de datos y los servicios digitales, mostrando la huella en recursos, como el agua, la energía y el medioambiente de la digitalización y uso extensivo de la IA. A partir de los impactos sociales y territoriales asociados a los centros de datos, se analiza desde la perspectiva ecofeminista cómo el modelo que se está desarrollando reproduce lógicas patriarcales, extractivistas y coloniales que amenazan territorios y sus comunidades. Frente a ello, se proponen lógicas feministas para afrontar las amenazas de la digitalización. Finalmente, se plantean alternativas desde el ecofeminismo de datos formuladas por Ana Valdivia, apostando por una transición digital justa, situada y no extractivista.
Programa
martes, 10 de marzo
18:00-20:00 h. Territorios vivos amenazados: Ecofeminismo, digitalización y centros de datos.
Marta Pascual Rodríguez Profesora de Formación Profesional en Intervención Sociocomunitaria
Aurora Gómez Delgado Psicóloga especialista en Comportamientos Digitales y Activistas
Asistencia
Esta actividad permite participar con asistencia presencial o asistencia online en directo o en diferido, sin necesidad de ir al centro.
https://enredad.es/event/territorios-vivos-amenazados-ecofeminismo-digitalizacion-y-centros-de-datos
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Territorios vivos amenazados: Ecofeminismo, digitalización y centros de datos
UNED Talavera de la Reina, martes, 10 de marzo, 18:00 CET
Con motivo de la celebración del 8M
Esta charla, desde una perspectiva ecofeminista, cuestiona la idea de “nube” inmaterial de la arquitectura de los centros de datos y los servicios digitales, mostrando la huella en recursos, como el agua, la energía y el medioambiente de la digitalización y uso extensivo de la IA. A partir de los impactos sociales y territoriales asociados a los centros de datos, se analiza desde la perspectiva ecofeminista cómo el modelo que se está desarrollando reproduce lógicas patriarcales, extractivistas y coloniales que amenazan territorios y sus comunidades. Frente a ello, se proponen lógicas feministas para afrontar las amenazas de la digitalización. Finalmente, se plantean alternativas desde el ecofeminismo de datos formuladas por Ana Valdivia, apostando por una transición digital justa, situada y no extractivista.
Programa
martes, 10 de marzo
18:00-20:00 h. Territorios vivos amenazados: Ecofeminismo, digitalización y centros de datos.
Marta Pascual Rodríguez Profesora de Formación Profesional en Intervención Sociocomunitaria
Aurora Gómez Delgado Psicóloga especialista en Comportamientos Digitales y Activistas
Asistencia
Esta actividad permite participar con asistencia presencial o asistencia online en directo o en diferido, sin necesidad de ir al centro.
https://enredad.es/event/territorios-vivos-amenazados-ecofeminismo-digitalizacion-y-centros-de-datos
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Un Ponte Per presenta “Adwa. Una vittoria africana” al Nuovo Cinema Aquila
Nuovo Cinema Aquila, domenica 1 marzo alle ore 18:00 CET
Un Ponte Per presenta “Adwa. Una vittoria africana” al Cinema Aquila
Roma, 20 Febbraio 2026 – Una serata all’insegna del cinema e della memoria, nell’ambito della campagna per l’istituzione di una Giornata della Memoria per le Vittime del Colonialismo italiano: il 1° Marzo a Roma, al Nuovo Cinema Aquila, Un Ponte Per ha organizzato la proiezione del film “Adwa. Una vittoria africana” ((97’, Etiopia/Usa, 1999) del regista etiope Hailé Gerima, che sarà in collegamento da Washington.
Il film, che sarà proiettato in occasione del 130° anniversario della battaglia di Adwa (1896), è un’opera costruita come un contro-racconto che, intrecciando testimonianze orali, canti, allegorie e materiali d’archivio, compie il gesto fondamentale di rovesciare lo sguardo. Laddove le immagini e i documenti disponibili sono stati spesso filtrati dal punto di vista coloniale, Gerima li rilegge criticamente e li rimonta, facendoli dialogare con voci, memorie e narrazioni etiopi: la battaglia non appare più come una “parentesi” della storia italiana, ma come un evento centrale per l’Etiopia e per l’Africa, un’esperienza collettiva che parla di dignità, autodeterminazione e resistenza.
Il film restituisce inoltre spazio a una dimensione spesso oscurata: la partecipazione delle donne, non solo nella cura e nella logistica, ma dentro la trama politica e simbolica della resistenza.
La battaglia di Adwa
Il 1° marzo 1896, nel corso di una durissima battaglia combattuta nei pressi della città di Adwa, nel nord dell’Etiopia, l’esercito etiope inflisse una sconfitta decisiva alle truppe d’invasione italiane, arrestando per 40 anni il progetto di trasformare l’Etiopia in un protettorato coloniale. Quella di Adwa fu una battaglia estremamente cruenta. L’armata etiope poteva contare su un elevato numero di combattenti ma male armati. Il corpo di spedizione italiano era numericamente inferiore, ma equipaggiato con moderni armamenti europei.
Le perdite etiopi furono pesantissime: oltre 5.000 combattenti persero la vita in difesa della propria terra. Tanti furono anche i giovani italiani mandati a morire per una guerra non loro. Adwa fu però la prima grande sconfitta di una potenza europea inflitta da forze africane durante l’epoca coloniale, diventando un punto di riferimento simbolico per l’immaginario anti-coloniale e panafricano. In Etiopia la vittoria viene tutt’ora ricordata ogni anno il 2 di Marzo con l’”Adwa Victory Day”, oggi ricorrenza nazionale.
Nell’ambito del suo lavoro in Italia per il recupero della memoria dell’epoca coloniale e la decolonizzazione, Un Ponte Per ha scelto di ricordare la vittoria di Adwa non come “episodio lontano”, ma come snodo di memoria: perché senza fare i conti con il colonialismo e con le sue vittime non è possibile comprendere il presente.
Programma della serata
Nuovo Cinema Aquila (Via L’Aquila 66/74, Roma)
Ore 18:00 – Introduzione e cerimonia del caffè. Intervengono: Alessandro Triulzi (Storico e africanista), saluto di Carmelo Giordano (Presidente dell’Associazione delle Comunità Etiopiche di Roma)
Prima proiezione: ore 19.45
Seconda proiezione: ore 20.45
Ingresso 7 euro.
Per informazioni: [email protected] -
Un Ponte Per presenta “Adwa. Una vittoria africana” al Nuovo Cinema Aquila
Nuovo Cinema Aquila, domenica 1 marzo alle ore 18:00 CET
Un Ponte Per presenta “Adwa. Una vittoria africana” al Cinema Aquila
Roma, 20 Febbraio 2026 – Una serata all’insegna del cinema e della memoria, nell’ambito della campagna per l’istituzione di una Giornata della Memoria per le Vittime del Colonialismo italiano: il 1° Marzo a Roma, al Nuovo Cinema Aquila, Un Ponte Per ha organizzato la proiezione del film “Adwa. Una vittoria africana” ((97’, Etiopia/Usa, 1999) del regista etiope Hailé Gerima, che sarà in collegamento da Washington.
Il film, che sarà proiettato in occasione del 130° anniversario della battaglia di Adwa (1896), è un’opera costruita come un contro-racconto che, intrecciando testimonianze orali, canti, allegorie e materiali d’archivio, compie il gesto fondamentale di rovesciare lo sguardo. Laddove le immagini e i documenti disponibili sono stati spesso filtrati dal punto di vista coloniale, Gerima li rilegge criticamente e li rimonta, facendoli dialogare con voci, memorie e narrazioni etiopi: la battaglia non appare più come una “parentesi” della storia italiana, ma come un evento centrale per l’Etiopia e per l’Africa, un’esperienza collettiva che parla di dignità, autodeterminazione e resistenza.
Il film restituisce inoltre spazio a una dimensione spesso oscurata: la partecipazione delle donne, non solo nella cura e nella logistica, ma dentro la trama politica e simbolica della resistenza.
La battaglia di Adwa
Il 1° marzo 1896, nel corso di una durissima battaglia combattuta nei pressi della città di Adwa, nel nord dell’Etiopia, l’esercito etiope inflisse una sconfitta decisiva alle truppe d’invasione italiane, arrestando per 40 anni il progetto di trasformare l’Etiopia in un protettorato coloniale. Quella di Adwa fu una battaglia estremamente cruenta. L’armata etiope poteva contare su un elevato numero di combattenti ma male armati. Il corpo di spedizione italiano era numericamente inferiore, ma equipaggiato con moderni armamenti europei.
Le perdite etiopi furono pesantissime: oltre 5.000 combattenti persero la vita in difesa della propria terra. Tanti furono anche i giovani italiani mandati a morire per una guerra non loro. Adwa fu però la prima grande sconfitta di una potenza europea inflitta da forze africane durante l’epoca coloniale, diventando un punto di riferimento simbolico per l’immaginario anti-coloniale e panafricano. In Etiopia la vittoria viene tutt’ora ricordata ogni anno il 2 di Marzo con l’”Adwa Victory Day”, oggi ricorrenza nazionale.
Nell’ambito del suo lavoro in Italia per il recupero della memoria dell’epoca coloniale e la decolonizzazione, Un Ponte Per ha scelto di ricordare la vittoria di Adwa non come “episodio lontano”, ma come snodo di memoria: perché senza fare i conti con il colonialismo e con le sue vittime non è possibile comprendere il presente.
Programma della serata
Nuovo Cinema Aquila (Via L’Aquila 66/74, Roma)
Ore 18:00 – Introduzione e cerimonia del caffè. Intervengono: Alessandro Triulzi (Storico e africanista), saluto di Carmelo Giordano (Presidente dell’Associazione delle Comunità Etiopiche di Roma)
Prima proiezione: ore 19.45
Seconda proiezione: ore 20.45
Ingresso 7 euro.
Per informazioni: [email protected] -
Nuevo #podcast 📻 Para el historiador y sociólogo Javier García Fernández "pensar jondo" es pensar desde las profundidades históricas, afectivas y corporales de Andalucía -sus cantos, sus luchas, sus migraciones- para producir teoría política situada y anticolonial.
https://rwm.macba.cat/es/podcasts/sonia-448-javier-garcia-fernandez/
Y es desde ahí que nos preguntamos:¿qué podría significar hoy descolonizar España y Europa desde sus márgenes?
#pensamientodecolonial #decolonialthought #surglobal #decolonialismo
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Nuevo #podcast 📻 Para el historiador y sociólogo Javier García Fernández "pensar jondo" es pensar desde las profundidades históricas, afectivas y corporales de Andalucía -sus cantos, sus luchas, sus migraciones- para producir teoría política situada y anticolonial.
https://rwm.macba.cat/es/podcasts/sonia-448-javier-garcia-fernandez/
Y es desde ahí que nos preguntamos:¿qué podría significar hoy descolonizar España y Europa desde sus márgenes?
#pensamientodecolonial #decolonialthought #surglobal #decolonialismo
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Nuevo #podcast 📻 Para el historiador y sociólogo Javier García Fernández "pensar jondo" es pensar desde las profundidades históricas, afectivas y corporales de Andalucía -sus cantos, sus luchas, sus migraciones- para producir teoría política situada y anticolonial.
https://rwm.macba.cat/es/podcasts/sonia-448-javier-garcia-fernandez/
Y es desde ahí que nos preguntamos:¿qué podría significar hoy descolonizar España y Europa desde sus márgenes?
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Nuevo #podcast 📻 Para el historiador y sociólogo Javier García Fernández "pensar jondo" es pensar desde las profundidades históricas, afectivas y corporales de Andalucía -sus cantos, sus luchas, sus migraciones- para producir teoría política situada y anticolonial.
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#pensamientodecolonial #decolonialthought #surglobal #decolonialismo
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Seria a decolonialidade “um grande FMI”?
Em seu ataque pouco refinado ao pensamento decolonial, Vladimir Safatle desconsidera uma crítica essencial ao eurocentrismo, ignora pensadores como Aníbal Quijano e Rita Segato e revela conhecer de modo raso o objeto de sua críticahttps://outraspalavras.net/descolonizacoes/seria-a-decolonialidade-um-grande-fmi/
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Seria a decolonialidade “um grande FMI”?
Em seu ataque pouco refinado ao pensamento decolonial, Vladimir Safatle desconsidera uma crítica essencial ao eurocentrismo, ignora pensadores como Aníbal Quijano e Rita Segato e revela conhecer de modo raso o objeto de sua críticahttps://outraspalavras.net/descolonizacoes/seria-a-decolonialidade-um-grande-fmi/
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Soberania Popular e Autonomia: Diferentes Sentidos e Consequências para Políticas Digitais
Novo artigo de Rafael Grohmann, Pedro Burity e Lorena Vilarins na revista Comunicação, Mídia e Consumo
https://revistacmc.espm.br/revistacmc/article/view/3085/1392
#marxismo #autonomia #feminismo #zapatismo #decolonialismo #anarquismo #SoberniaDigital #SoberaniaPopularDigital
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Novo artigo de Rafael Grohmann, Pedro Burity e Lorena Vilarins na revista Comunicação, Mídia e Consumo
https://revistacmc.espm.br/revistacmc/article/view/3085/1392
#marxismo #autonomia #feminismo #zapatismo #decolonialismo #anarquismo #SoberniaDigital #SoberaniaPopularDigital
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Soberania Popular e Autonomia: Diferentes Sentidos e Consequências para Políticas Digitais
Novo artigo de Rafael Grohmann, Pedro Burity e Lorena Vilarins na revista Comunicação, Mídia e Consumo
https://revistacmc.espm.br/revistacmc/article/view/3085/1392
#marxismo #autonomia #feminismo #zapatismo #decolonialismo #anarquismo #SoberniaDigital #SoberaniaPopularDigital
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There is a war going on outside
Spazio sociale occupato 100celle Aperte, domenica 30 novembre alle ore 17:00 CET
✊🏾𝐏𝐞𝐫 𝐑𝐚𝐦𝐲, 𝐩𝐞𝐫 𝐈𝐛𝐫𝐚𝐡𝐢𝐦𝐚, 𝐩𝐞𝐫 𝐭𝐮𝐭𝐭𝐞 𝐥𝐞 𝐢𝐧𝐧𝐮𝐦𝐞𝐫𝐞𝐯𝐨𝐥𝐢 𝐩𝐞𝐫𝐬𝐨𝐧𝐞 𝐚𝐦𝐦𝐚𝐳𝐳𝐚𝐭𝐞 𝐝𝐚𝐥 𝐫𝐚𝐳𝐳𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐝𝐢 𝐬𝐭𝐚𝐭𝐨, 𝐢𝐧 𝐈𝐭𝐚𝐥𝐢𝐚 𝐞 𝐚𝐥𝐭𝐫𝐨𝐯𝐞 🔥
Domenica 30 novembre siamo felici di ospitare quest’iniziativa del Coordinamento Antirazzista in collaborazione con Blocco Decoloniale
Ore 17: merenda con dolci e tisane
Ore 18: Proiezione del documentario “There is a War Going on Outside” realizzato dal collettivo CopWatch Atene
👊🏾Dopo la proiezione ci prenderemo un po’ di tempo per parlare di profilazione e violenza razziale, ma anche di comunità che vogliono resistere e difendersi. Ne discuteremo anche col regista in collegamento.
A seguire Cena Vegan Benefit per le spese legali di Fares e la sua famiglia.
https://roma.convoca.la/event/there-is-a-war-going-on-outside
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There is a war going on outside
Spazio sociale occupato 100celle Aperte, domenica 30 novembre alle ore 17:00 CET
✊🏾𝐏𝐞𝐫 𝐑𝐚𝐦𝐲, 𝐩𝐞𝐫 𝐈𝐛𝐫𝐚𝐡𝐢𝐦𝐚, 𝐩𝐞𝐫 𝐭𝐮𝐭𝐭𝐞 𝐥𝐞 𝐢𝐧𝐧𝐮𝐦𝐞𝐫𝐞𝐯𝐨𝐥𝐢 𝐩𝐞𝐫𝐬𝐨𝐧𝐞 𝐚𝐦𝐦𝐚𝐳𝐳𝐚𝐭𝐞 𝐝𝐚𝐥 𝐫𝐚𝐳𝐳𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐝𝐢 𝐬𝐭𝐚𝐭𝐨, 𝐢𝐧 𝐈𝐭𝐚𝐥𝐢𝐚 𝐞 𝐚𝐥𝐭𝐫𝐨𝐯𝐞 🔥
Domenica 30 novembre siamo felici di ospitare quest’iniziativa del Coordinamento Antirazzista in collaborazione con Blocco Decoloniale
Ore 17: merenda con dolci e tisane
Ore 18: Proiezione del documentario “There is a War Going on Outside” realizzato dal collettivo CopWatch Atene
👊🏾Dopo la proiezione ci prenderemo un po’ di tempo per parlare di profilazione e violenza razziale, ma anche di comunità che vogliono resistere e difendersi. Ne discuteremo anche col regista in collegamento.
A seguire Cena Vegan Benefit per le spese legali di Fares e la sua famiglia.
https://roma.convoca.la/event/there-is-a-war-going-on-outside
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Proiezione del documentario "There is a War Going on Outside"
Spazio sociale occupato 100celle Aperte, domenica 30 novembre alle ore 18:30 CET
Domenica 30 Novembre alle 18:00 proietteremo il documentario There is a War Going on Outside, realizzato dal collettivo CopWatch Atene.
A seguire discussione con il regista.
Un'iniziativa per parlare di profilazione e violenza razziale, ma anche di comunità che vogliono resistere e difendersi.
Durante la serata raccoglieremo fondi per sostenere Fares e la sua famiglia.
Organizzata da coordinamento.antirazzista in collaborazione con blocco_decoloniale
L'accesso allo spazio è libero e senza obbligo di tesseramento.
A seguire anche Cena Vegan.
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📍Spazio Sociale 100Celle Aperte"https://roma.convoca.la/event/proiezione-del-documentario-there-is-a-war-going-on-outside
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Proiezione del documentario "There is a War Going on Outside"
Spazio sociale occupato 100celle Aperte, domenica 30 novembre alle ore 18:30 CET
Domenica 30 Novembre alle 18:00 proietteremo il documentario There is a War Going on Outside, realizzato dal collettivo CopWatch Atene.
A seguire discussione con il regista.
Un'iniziativa per parlare di profilazione e violenza razziale, ma anche di comunità che vogliono resistere e difendersi.
Durante la serata raccoglieremo fondi per sostenere Fares e la sua famiglia.
Organizzata da coordinamento.antirazzista in collaborazione con blocco_decoloniale
L'accesso allo spazio è libero e senza obbligo di tesseramento.
A seguire anche Cena Vegan.
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📍Spazio Sociale 100Celle Aperte"https://roma.convoca.la/event/proiezione-del-documentario-there-is-a-war-going-on-outside
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Noche de Resistencia
Strike s.p.a., giovedì 20 novembre alle ore 18:00 CET
NOCHE DE RESISTENCIA
Siamo felici di annunciare il nostro primo evento benefit in sostegno dei compagnx in Perù ed Ecuador che lottano e resistono.
Vi aspettiamo!🤝🏾 -
Noche de Resistencia
Strike s.p.a., giovedì 20 novembre alle ore 18:00 CET
NOCHE DE RESISTENCIA
Siamo felici di annunciare il nostro primo evento benefit in sostegno dei compagnx in Perù ed Ecuador che lottano e resistono.
Vi aspettiamo!🤝🏾 -
oggi, 6 settembre, a milano: corteo per il leoncavallo
Giù le mani dalla città!
OGGI, sabato 6 settembre, CORTEO nazionale:
Contro lo sgombero del Leoncavallo, contro il fascismo di governo, la gentrificazione ed espropriazione dei patrimoni pubblici e autogestiti.
Difendiamo gli spazi sociali, la cultura libera, l’arte sovversiva e i movimenti dal basso.
Vogliamo un’altra Milano!cliccare per ingrandire
#AbbaVive #antagonismo #antifascismo #autogestione #controLoSgombero #controLoSgomberoDelLeoncavallo #corteo #corteoNazionale #csoa #decolonialismo #democraziaDalBasso #gentrificazione #Leoncavallo #manifestazione #manifestazioneNazionale #ParcoSempione #spaziAutogestiti #spaziSociali
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6 settembre, milano: corteo per il leoncavallo
Giù le mani dalla città!
Sabato 6 settembre CORTEO nazionale
Contro lo sgombero del Leoncavallo, contro il fascismo di governo, la gentrificazione ed espropriazione dei patrimoni pubblici e autogestiti.
Difendiamo gli spazi sociali, la cultura libera, l’arte sovversiva e i movimenti dal basso.
Vogliamo un’altra Milano!cliccare per ingrandire
#AbbaVive #antagonismo #antifascismo #autogestione #controLoSgombero #controLoSgomberoDelLeoncavallo #corteo #corteoNazionale #csoa #decolonialismo #democraziaDalBasso #gentrificazione #Leoncavallo #manifestazione #manifestazioneNazionale #ParcoSempione #spaziAutogestiti #spaziSociali
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Ya tenemos nuevo programa de #TOFUria en riguroso diferido!
Posiblemente nuestro invitado más veterano vuelve a los micros de Radio Malva para deleitarnos con el contexto político actual en el hexágono de la liberté, egalité et fraternité (si eres blanco y católico). Hablamos del Front Populaire y sus limitaciones, #sionismo #islamofobia y racismo institucional, con un poco de cotilleo sobre #JudithButler para aderezarlo todo.
https://radiomalva.org/2025/08/20/162-programa-tofuria-18-agosto-2025-nique-la-france/
#Francia #Laicisme #palestina #represion #Argelia #Kanaky #kanakyFree #kanakylibre #Fanon #Preciado #FrontPopulaire #RadiosLibres #brats4Palestine #melenchon #medine #theodora #Soolking #VidasPrecarias #NiqueLaFrance #LGBT #LGBTQ #transmaricabibollo #marica #maricon #bollera #lesbiana #Transmasculinidades #anticolonial #anticolonialismo #decolonial #decolonialismo #colonialismo #colonialismofrances
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Ya tenemos nuevo programa de #TOFUria en riguroso diferido!
Posiblemente nuestro invitado más veterano vuelve a los micros de Radio Malva para deleitarnos con el contexto político actual en el hexágono de la liberté, egalité et fraternité (si eres blanco y católico). Hablamos del Front Populaire y sus limitaciones, #sionismo #islamofobia y racismo institucional, con un poco de cotilleo sobre #JudithButler para aderezarlo todo.
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Ya tenemos nuevo programa de #TOFUria en riguroso diferido!
Posiblemente nuestro invitado más veterano vuelve a los micros de Radio Malva para deleitarnos con el contexto político actual en el hexágono de la liberté, egalité et fraternité (si eres blanco y católico). Hablamos del Front Populaire y sus limitaciones, #sionismo #islamofobia y racismo institucional, con un poco de cotilleo sobre #JudithButler para aderezarlo todo.
https://radiomalva.org/2025/08/20/162-programa-tofuria-18-agosto-2025-nique-la-france/
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@GreenPlanner
Che tristezza veder proporre "La lingua inglese come strumento di emancipazione per favorire la migrazione interna in Africa".In #Africa la lingua #swahili funziona da lingua franca tra molte nazioni.
Invece di portare una lingua coloniale, per favorire l'emancipazione e l'intercomunicazione, non si potrebbe facilitare ulteriormente la diffusione di questa lingua già usata nell'area? -
@GreenPlanner
Che tristezza veder proporre "La lingua inglese come strumento di emancipazione per favorire la migrazione interna in Africa".In #Africa la lingua #swahili funziona da lingua franca tra molte nazioni.
Invece di portare una lingua coloniale, per favorire l'emancipazione e l'intercomunicazione, non si potrebbe facilitare ulteriormente la diffusione di questa lingua già usata nell'area? -
@GreenPlanner
Che tristezza veder proporre "La lingua inglese come strumento di emancipazione per favorire la migrazione interna in Africa".In #Africa la lingua #swahili funziona da lingua franca tra molte nazioni.
Invece di portare una lingua coloniale, per favorire l'emancipazione e l'intercomunicazione, non si potrebbe facilitare ulteriormente la diffusione di questa lingua già usata nell'area? -
@GreenPlanner
Che tristezza veder proporre "La lingua inglese come strumento di emancipazione per favorire la migrazione interna in Africa".In #Africa la lingua #swahili funziona da lingua franca tra molte nazioni.
Invece di portare una lingua coloniale, per favorire l'emancipazione e l'intercomunicazione, non si potrebbe facilitare ulteriormente la diffusione di questa lingua già usata nell'area? -
Presentazione LIbro “SCRITTE CORSARE. Intersezionali, decoloniali e queer” di Laura Corradi
CSOA Forte Prenestino, venerdì 13 giugno alle ore 21:00 CEST
CSOA Forte Prenestino
giovedì 13 giugno 2025
ore 21:00
durante il festival queer transfemminista
"Nostri I Corpi Nostre Le Città"
Forte Infoshop presenta“SCRITTE CORSARE.
Intersezionali, decoloniali e queer”
di Laura Corradi (Agenzia X 2025)incontro con l'autrice
“Emerge la necessità di decolonizzare le nostre menti, ovvero concetti, metodologie e dualismi che l’occidente ha imposto al resto del mondo e l’urgenza di decostruire criticamente le varie forme di etero-patriarcato, ben presenti anche nell’attivismo politico.
Le teorie/prassi queer sono presentate come invenzione liberatoria, non solo spazio/ombrello per la galassia Lgbtqia+ ma criterio sovversivo rispetto alle normatività, alle gerarchie, ai disciplinamenti sociali (e digitali), al conformismo omologante.”•••
https://forteprenestino.net/attivita/3375-nostri-i-corpi-nostre-le-citta-2
https://www.agenziax.it/scritte-corsare
•••
difendi e diffondi autogestione!
•
CSOA Forte Prenestino
via F. Delpino, 100Celle, Roma -
Presentazione LIbro “SCRITTE CORSARE. Intersezionali, decoloniali e queer” di Laura Corradi
CSOA Forte Prenestino, venerdì 13 giugno alle ore 21:00 CEST
CSOA Forte Prenestino
giovedì 13 giugno 2025
ore 21:00
durante il festival queer transfemminista
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Intersezionali, decoloniali e queer”
di Laura Corradi (Agenzia X 2025)incontro con l'autrice
“Emerge la necessità di decolonizzare le nostre menti, ovvero concetti, metodologie e dualismi che l’occidente ha imposto al resto del mondo e l’urgenza di decostruire criticamente le varie forme di etero-patriarcato, ben presenti anche nell’attivismo politico.
Le teorie/prassi queer sono presentate come invenzione liberatoria, non solo spazio/ombrello per la galassia Lgbtqia+ ma criterio sovversivo rispetto alle normatività, alle gerarchie, ai disciplinamenti sociali (e digitali), al conformismo omologante.”•••
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CSOA Forte Prenestino
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"Nostri I Corpi Nostre Le Città"
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Intersezionali, decoloniali e queer”
di Laura Corradi (Agenzia X 2025)incontro con l'autrice
“Emerge la necessità di decolonizzare le nostre menti, ovvero concetti, metodologie e dualismi che l’occidente ha imposto al resto del mondo e l’urgenza di decostruire criticamente le varie forme di etero-patriarcato, ben presenti anche nell’attivismo politico.
Le teorie/prassi queer sono presentate come invenzione liberatoria, non solo spazio/ombrello per la galassia Lgbtqia+ ma criterio sovversivo rispetto alle normatività, alle gerarchie, ai disciplinamenti sociali (e digitali), al conformismo omologante.”•••
https://forteprenestino.net/attivita/3375-nostri-i-corpi-nostre-le-citta-2
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CSOA Forte Prenestino
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V Congreso Internacional Identidades, Inclusión y Desigualdad – online
EL pasado viernes 30 de mayo TEDIC participó del V Congreso Internacional Identidades, Inclusión y Desigualdad. Identidades/Alteridades. El delgado hilo de las fronteras. Nuestra gerente ejecutiva, Mariela Cuevas, presentó la ponencia Del código al cuerpo:
https://www.tedic.org/v-congreso-internacional-identidades-inclusion-y-desigualdad-online/
#Eventos #decolonialismo #Gnero #inclusin #metaverso #tecnologa
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V Congreso Internacional Identidades, Inclusión y Desigualdad – online
EL pasado viernes 30 de mayo TEDIC participó del V Congreso Internacional Identidades, Inclusión y Desigualdad. Identidades/Alteridades. El delgado hilo de las fronteras. Nuestra gerente ejecutiva, Mariela Cuevas, presentó la ponencia Del código al cuerpo:
https://www.tedic.org/v-congreso-internacional-identidades-inclusion-y-desigualdad-online/
#Eventos #decolonialismo #Gnero #inclusin #metaverso #tecnologa
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V Congreso Internacional Identidades, Inclusión y Desigualdad – online
EL pasado viernes 30 de mayo TEDIC participó del V Congreso Internacional Identidades, Inclusión y Desigualdad. Identidades/Alteridades. El delgado hilo de las fronteras. Nuestra gerente ejecutiva, Mariela Cuevas, presentó la ponencia Del código al cuerpo:
https://www.tedic.org/v-congreso-internacional-identidades-inclusion-y-desigualdad-online/
#Eventos #decolonialismo #Gnero #inclusin #metaverso #tecnologa
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@[email protected]
Da quando ho scoperto l'#etimologia della parola "ambaradan", ho smesso di usarla.
Ricorda una sanguinosa battaglia dell'esercito coloniale italiano contro l'Etiopia, nella quale gli #italianiBruttaGente sterminarono le truppe etiopi usando armi chimiche e gas.
Non che non si debbano ricordare queste cose, anzi! ma poiché il termine allude alla disorganizzazione e confusione dei "nemici sconfitti" e non al crudele cinismo del #RegioEsercitoItalinano comandato da #Badoglio, in spirito #decoloniale io non lo uso più.
#italianiBravaGenteMicaTanto #decolonialismo
@[email protected] -
Altri Mondi, Altre Voci
Zazie nel metrò, giovedì 15 maggio alle ore 19:30 CEST
Altri Mondi, Altre Voci
Inchieste, reportage e sguardi condivisi su geografie invisibili
Quattro appuntamenti dedicati alla presentazione e al confronto con gruppi di giornalismo indipendente e collettivi di freelance: Fada Collective, IrpiMedia, Centro di Giornalismo Permanente e Rivista Corvialista.
Con Altri Mondi, Altre Voci vogliamo dare spazio a chi ogni giorno cerca nuovi modi di raccontare il mondo, sporcandosi le mani con la realtà, attraversandola con cura, passione e senso critico. Crediamo in un’informazione che non si limiti a osservare da lontano, ma che scelga da che parte stare, assumendo uno sguardo dichiaratamente partigiano: schierato con i corpi, le lotte e le comunità che si muovono ai margini, contro le narrazioni imposte dal potere. Un giornalismo che non rincorre la neutralità come forma di equidistanza, ma che prende posizione, costruendo ponti tra chi racconta e chi resiste.
Gli incontri si svolgeranno a Zazie nel Metrò alle 19.30 in queste date:
• Giovedì 8 Maggio, Centro di giornalismo permanente.
Repressione in Nord Africa: il filone tunisino e marocchino della lotta senza confine ai dissidenti (Matteo Garavoglia).
Istituzioni totali e diritto all'informazione: come il giornalismo indipendente può raccontare i luoghi di privazione della libertà personale (Marica Fantauzzi)
• Giovedì 15 Maggio, Fada collective
L’attacco dell'industria petrolifera all'Iraq: una lunga inchiesta sugli impatti degli impianti estrattivi di Eni, BP e Shell nel sud iracheno, in particolare sull'accesso all'acqua e sulla salute.
• Giovedì 22 Maggio, Rivista Corvialista
Presentazione del numero 1 della "Rivista Corvialista”: Come raccontare e dare voce alle periferie invisibili o stigmatizzate delle grandi cittá? Quali le metamorfosi del "serpentone" di Corviale? Partecipano i redattori e le redattrici della rivista, che diventa trimestrale.
• Giovedì 29 Maggio, IrpiMedia
DesertDumps: In Nord Africa esiste un sistema per espellere nel deserto i migranti che provengono da Paesi schiacciati tra il Sahara e l’Equatore. Lo scopo è impedire loro di raggiungere l’Europa, principio-guida del lungo processo di esternalizzazione delle frontiere condotto dall’Unione europea negli ultimi vent’anni.
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Altri Mondi, Altre Voci
Zazie nel metrò, giovedì 15 maggio alle ore 19:30 CEST
Altri Mondi, Altre Voci
Inchieste, reportage e sguardi condivisi su geografie invisibili
Quattro appuntamenti dedicati alla presentazione e al confronto con gruppi di giornalismo indipendente e collettivi di freelance: Fada Collective, IrpiMedia, Centro di Giornalismo Permanente e Rivista Corvialista.
Con Altri Mondi, Altre Voci vogliamo dare spazio a chi ogni giorno cerca nuovi modi di raccontare il mondo, sporcandosi le mani con la realtà, attraversandola con cura, passione e senso critico. Crediamo in un’informazione che non si limiti a osservare da lontano, ma che scelga da che parte stare, assumendo uno sguardo dichiaratamente partigiano: schierato con i corpi, le lotte e le comunità che si muovono ai margini, contro le narrazioni imposte dal potere. Un giornalismo che non rincorre la neutralità come forma di equidistanza, ma che prende posizione, costruendo ponti tra chi racconta e chi resiste.
Gli incontri si svolgeranno a Zazie nel Metrò alle 19.30 in queste date:
• Giovedì 8 Maggio, Centro di giornalismo permanente.
Repressione in Nord Africa: il filone tunisino e marocchino della lotta senza confine ai dissidenti (Matteo Garavoglia).
Istituzioni totali e diritto all'informazione: come il giornalismo indipendente può raccontare i luoghi di privazione della libertà personale (Marica Fantauzzi)
• Giovedì 15 Maggio, Fada collective
L’attacco dell'industria petrolifera all'Iraq: una lunga inchiesta sugli impatti degli impianti estrattivi di Eni, BP e Shell nel sud iracheno, in particolare sull'accesso all'acqua e sulla salute.
• Giovedì 22 Maggio, Rivista Corvialista
Presentazione del numero 1 della "Rivista Corvialista”: Come raccontare e dare voce alle periferie invisibili o stigmatizzate delle grandi cittá? Quali le metamorfosi del "serpentone" di Corviale? Partecipano i redattori e le redattrici della rivista, che diventa trimestrale.
• Giovedì 29 Maggio, IrpiMedia
DesertDumps: In Nord Africa esiste un sistema per espellere nel deserto i migranti che provengono da Paesi schiacciati tra il Sahara e l’Equatore. Lo scopo è impedire loro di raggiungere l’Europa, principio-guida del lungo processo di esternalizzazione delle frontiere condotto dall’Unione europea negli ultimi vent’anni.
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Altri Mondi, Altre Voci
Zazie nel metrò, giovedì 15 maggio alle ore 19:30 CEST
Altri Mondi, Altre Voci
Inchieste, reportage e sguardi condivisi su geografie invisibili
Quattro appuntamenti dedicati alla presentazione e al confronto con gruppi di giornalismo indipendente e collettivi di freelance: Fada Collective, IrpiMedia, Centro di Giornalismo Permanente e Rivista Corvialista.
Con Altri Mondi, Altre Voci vogliamo dare spazio a chi ogni giorno cerca nuovi modi di raccontare il mondo, sporcandosi le mani con la realtà, attraversandola con cura, passione e senso critico. Crediamo in un’informazione che non si limiti a osservare da lontano, ma che scelga da che parte stare, assumendo uno sguardo dichiaratamente partigiano: schierato con i corpi, le lotte e le comunità che si muovono ai margini, contro le narrazioni imposte dal potere. Un giornalismo che non rincorre la neutralità come forma di equidistanza, ma che prende posizione, costruendo ponti tra chi racconta e chi resiste.
Gli incontri si svolgeranno a Zazie nel Metrò alle 19.30 in queste date:
• Giovedì 8 Maggio, Centro di giornalismo permanente.
Repressione in Nord Africa: il filone tunisino e marocchino della lotta senza confine ai dissidenti (Matteo Garavoglia).
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• Giovedì 15 Maggio, Fada collective
L’attacco dell'industria petrolifera all'Iraq: una lunga inchiesta sugli impatti degli impianti estrattivi di Eni, BP e Shell nel sud iracheno, in particolare sull'accesso all'acqua e sulla salute.
• Giovedì 22 Maggio, Rivista Corvialista
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• Giovedì 29 Maggio, IrpiMedia
DesertDumps: In Nord Africa esiste un sistema per espellere nel deserto i migranti che provengono da Paesi schiacciati tra il Sahara e l’Equatore. Lo scopo è impedire loro di raggiungere l’Europa, principio-guida del lungo processo di esternalizzazione delle frontiere condotto dall’Unione europea negli ultimi vent’anni.
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QUESTA TERRA E' DONNA - Movimenti femminilie femministi palestinesi, dialogo con Cecilia Dalla Negra
YETI Caffe Libreria, domenica 6 aprile alle ore 11:30 CEST
n un contesto segnato da conflitti, occupazioni e rivoluzioni, le donne palestinesi hanno tracciato un cammino di resistenza, emancipazione e lotta politica che ha lasciato un segno indelebile nella storia dei femminismi mondiali.
Il libro di Cecilia Dalla Nera ripercorre questo percorso, raccontando la storia dei movimenti femminili e femministi in Palestina dagli inizi del Novecento ai giorni nostri, arrivando a chiarire la portata del messaggio che invita a considerare la liberazione della Palestina come “una questione femminista di per sé”.
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QUESTA TERRA E' DONNA - Movimenti femminilie femministi palestinesi, dialogo con Cecilia Dalla Negra
YETI Caffe Libreria, domenica 6 aprile alle ore 11:30 CEST
n un contesto segnato da conflitti, occupazioni e rivoluzioni, le donne palestinesi hanno tracciato un cammino di resistenza, emancipazione e lotta politica che ha lasciato un segno indelebile nella storia dei femminismi mondiali.
Il libro di Cecilia Dalla Nera ripercorre questo percorso, raccontando la storia dei movimenti femminili e femministi in Palestina dagli inizi del Novecento ai giorni nostri, arrivando a chiarire la portata del messaggio che invita a considerare la liberazione della Palestina come “una questione femminista di per sé”.
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QUESTA TERRA E' DONNA - Movimenti femminilie femministi palestinesi, dialogo con Cecilia Dalla Negra
YETI Caffe Libreria, domenica 6 aprile alle ore 11:30 CEST
n un contesto segnato da conflitti, occupazioni e rivoluzioni, le donne palestinesi hanno tracciato un cammino di resistenza, emancipazione e lotta politica che ha lasciato un segno indelebile nella storia dei femminismi mondiali.
Il libro di Cecilia Dalla Nera ripercorre questo percorso, raccontando la storia dei movimenti femminili e femministi in Palestina dagli inizi del Novecento ai giorni nostri, arrivando a chiarire la portata del messaggio che invita a considerare la liberazione della Palestina come “una questione femminista di per sé”.
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CONGO: Maledetta ricchezza
Zazie nel metrò, giovedì 13 febbraio alle ore 19:00 CET -
Soy bastante reacio a hablar sobre mí, por lo que nunca me presenté acá, pero como veo que todos lo están haciendo y como parece que se está viniendo mucha gente para acá (que ojalá se queden), voy a escribir dos o tres líneas, más por educación que porque lo crea interesante. Soy docente de Udelar. Soy doctor en lingüística especializado en lenguas de señas y comunicación gestual. No tengo ni cerca el conocimiento de hardware y software que tienen muchos por acá, pero soy usuario de Linux desde hace más de diez años y milito y uso software libre. Uso mastodon desde que Musk compró twitter y me gustó y me terminé quedando. Me tomo bastante a pecho el "hágalo usted mismo" y por esa razón sé hacer un poco de todo y lo que no sé hacer prefiero aprenderlo que delegarlo. Creo que si las cosas no se construyen de abajo para arriba no sirven para nada. Me interesan: #decrecimiento #decolonialismo #ecología #ecologíasocial #anticapitalismo #softwarelibre #energía #permacultura #agroecología y un larguísimo etcétera.