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  1. Lunch with Jaime Lerner: The architect on Curitiba’s future

    Jaime LernerArchitect and urban planner “I don’t like the phrase ‘last meal’. I just got out of hospital, so I’m a little afraid of that title! I don’t normally go to restaurants. I learn…
    #dining #cooking #diet #food #Italianlunch #Lunch #brazil #Curitiba #Italia #Italian #italianlunch #italiano #italy #JaimeLerner #lunch #UrbanPlanning
    diningandcooking.com/2779342/l

  2. Lunch with Jaime Lerner: The architect on Curitiba’s future

    Jaime LernerArchitect and urban planner “I don’t like the phrase ‘last meal’. I just got out of hospital, so I’m a little afraid of that title! I don’t normally go to restaurants. I learn…
    #dining #cooking #diet #food #Italianlunch #Lunch #brazil #Curitiba #Italia #Italian #italianlunch #italiano #italy #JaimeLerner #lunch #UrbanPlanning
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  3. Lunch with Jaime Lerner: The architect on Curitiba’s future

    Jaime LernerArchitect and urban planner “I don’t like the phrase ‘last meal’. I just got out of hospital, so I’m a little afraid of that title! I don’t normally go to restaurants. I learn…
    #dining #cooking #diet #food #Italianlunch #Lunch #brazil #Curitiba #Italia #Italian #italianlunch #italiano #italy #JaimeLerner #lunch #UrbanPlanning
    diningandcooking.com/2779342/l

  4. Lunch with Jaime Lerner: The architect on Curitiba’s future

    Jaime LernerArchitect and urban planner “I don’t like the phrase ‘last meal’. I just got out of hospital, so I’m a little afraid of that title! I don’t normally go to restaurants. I learn…
    #dining #cooking #diet #food #Italianlunch #Lunch #brazil #Curitiba #Italia #Italian #italianlunch #italiano #italy #JaimeLerner #lunch #UrbanPlanning
    diningandcooking.com/2779342/l

  5. Curitiba e seu café antropológico

    Tomar café numa calçada curitibana é uma verdadeira experiência antropológica. Começa com o nome do estabelecimento, emprestado de uma das tribos do norte do globo. O café na calçada lembra qualquer café, mas um pouco mais aqueles, europeus, de calçada (é proposital).

    Não à toa, uma família leva o amigo gringo ali para tomar café. Afinal, ele se parece mais com a Europa. Em meio às conversas, pedintes em condição sub-humana aparecem para que ninguém esqueça o que compõe nossa paisagem real. Entre amenidades e compensações, o mal-estar e o esquecimento forçado, a conversa segue.

    Na mesa ao lado há um jovem casal em primeiro encontro. A conversa também enverga rumo a um velho ritual da região: narrar quais são as origens da família para impressionar a parceira. No caso, sempre são as origens européias. E como em qualquer narrativa de origem, há uma espécie de segredo, tesouro, legitimidade, realeza, que ficou lá atrás, prestes a brotar em algo do próprio narrador aqui e agora. Pode ser o pedigree de alguma nobreza perdida, ou mesmo, da nobreza de que houve alguma perseguição na família.

    Afinal, ser “como eles” e não como nós, eis um invariante.

    O casal sai e chega outro: é o gringo e a brasileira. Claro que a conversa dá lugar às comparações e a como nossas terras são decaídas. Aqui quase se parece como lá, tal e tal lugar no interior de outro rincão do norte terrestre. E neste caso o garçom – coitado – sequer sabia a diferença entre um café lungo e um café “grande” (conforme a gíria). Os comentários em reprovação de repente se unem ao que se lê no WhatsApp e sobre a pouca vergonha do povo que se recusou recentemente a acampar junto aos quartéis.

    Alguém levanta para pagar a conta e emenda para o casal, referindo-se ao garçom: “cada lugar tem seu costume, respeitem os daqui!”. Todo mundo olha por um momento. E então retorna ao que é mais natural e cotidiano.

    #bolsonarismo #brasil #curitiba #fakeNews #familia #fascismo #literatura #livros #memorIa #parana #politica #semCategoria
  6. Curitiba e seu café antropológico

    Tomar café numa calçada curitibana é uma verdadeira experiência antropológica. Começa com o nome do estabelecimento, emprestado de uma das tribos do norte do globo. O café na calçada lembra qualquer café, mas um pouco mais aqueles, europeus, de calçada (é proposital).

    Não à toa, uma família leva o amigo gringo ali para tomar café. Afinal, ele se parece mais com a Europa. Em meio às conversas, pedintes em condição sub-humana aparecem para que ninguém esqueça o que compõe nossa paisagem real. Entre amenidades e compensações, o mal-estar e o esquecimento forçado, a conversa segue.

    Na mesa ao lado há um jovem casal em primeiro encontro. A conversa também enverga rumo a um velho ritual da região: narrar quais são as origens da família para impressionar a parceira. No caso, sempre são as origens européias. E como em qualquer narrativa de origem, há uma espécie de segredo, tesouro, legitimidade, realeza, que ficou lá atrás, prestes a brotar em algo do próprio narrador aqui e agora. Pode ser o pedigree de alguma nobreza perdida, ou mesmo, da nobreza de que houve alguma perseguição na família.

    Afinal, ser “como eles” e não como nós, eis um invariante.

    O casal sai e chega outro: é o gringo e a brasileira. Claro que a conversa dá lugar às comparações e a como nossas terras são decaídas. Aqui quase se parece como lá, tal e tal lugar no interior de outro rincão do norte terrestre. E neste caso o garçom – coitado – sequer sabia a diferença entre um café lungo e um café “grande” (conforme a gíria). Os comentários em reprovação de repente se unem ao que se lê no WhatsApp e sobre a pouca vergonha do povo que se recusou recentemente a acampar junto aos quartéis.

    Alguém levanta para pagar a conta e emenda para o casal, referindo-se ao garçom: “cada lugar tem seu costume, respeitem os daqui!”. Todo mundo olha por um momento. E então retorna ao que é mais natural e cotidiano.

    #bolsonarismo #brasil #curitiba #fakeNews #familia #fascismo #literatura #livros #memorIa #parana #politica #semCategoria
  7. Curitiba e seu café antropológico

    Tomar café numa calçada curitibana é uma verdadeira experiência antropológica. Começa com o nome do estabelecimento, emprestado de uma das tribos do norte do globo. O café na calçada lembra qualquer café, mas um pouco mais aqueles, europeus, de calçada (é proposital).

    Não à toa, uma família leva o amigo gringo ali para tomar café. Afinal, ele se parece mais com a Europa. Em meio às conversas, pedintes em condição sub-humana aparecem para que ninguém esqueça o que compõe nossa paisagem real. Entre amenidades e compensações, o mal-estar e o esquecimento forçado, a conversa segue.

    Na mesa ao lado há um jovem casal em primeiro encontro. A conversa também enverga rumo a um velho ritual da região: narrar quais são as origens da família para impressionar a parceira. No caso, sempre são as origens européias. E como em qualquer narrativa de origem, há uma espécie de segredo, tesouro, legitimidade, realeza, que ficou lá atrás, prestes a brotar em algo do próprio narrador aqui e agora. Pode ser o pedigree de alguma nobreza perdida, ou mesmo, da nobreza de que houve alguma perseguição na família.

    Afinal, ser “como eles” e não como nós, eis um invariante.

    O casal sai e chega outro: é o gringo e a brasileira. Claro que a conversa dá lugar às comparações e a como nossas terras são decaídas. Aqui quase se parece como lá, tal e tal lugar no interior de outro rincão do norte terrestre. E neste caso o garçom – coitado – sequer sabia a diferença entre um café lungo e um café “grande” (conforme a gíria). Os comentários em reprovação de repente se unem ao que se lê no WhatsApp e sobre a pouca vergonha do povo que se recusou recentemente a acampar junto aos quartéis.

    Alguém levanta para pagar a conta e emenda para o casal, referindo-se ao garçom: “cada lugar tem seu costume, respeitem os daqui!”. Todo mundo olha por um momento. E então retorna ao que é mais natural e cotidiano.

    #bolsonarismo #brasil #curitiba #fakeNews #familia #fascismo #literatura #livros #memorIa #parana #politica #semCategoria
  8. Curitiba e seu café antropológico

    Tomar café numa calçada curitibana é uma verdadeira experiência antropológica. Começa com o nome do estabelecimento, emprestado de uma das tribos do norte do globo. O café na calçada lembra qualquer café, mas um pouco mais aqueles, europeus, de calçada (é proposital).

    Não à toa, uma família leva o amigo gringo ali para tomar café. Afinal, ele se parece mais com a Europa. Em meio às conversas, pedintes em condição sub-humana aparecem para que ninguém esqueça o que compõe nossa paisagem real. Entre amenidades e compensações, o mal-estar e o esquecimento forçado, a conversa segue.

    Na mesa ao lado há um jovem casal em primeiro encontro. A conversa também enverga rumo a um velho ritual da região: narrar quais são as origens da família para impressionar a parceira. No caso, sempre são as origens européias. E como em qualquer narrativa de origem, há uma espécie de segredo, tesouro, legitimidade, realeza, que ficou lá atrás, prestes a brotar em algo do próprio narrador aqui e agora. Pode ser o pedigree de alguma nobreza perdida, ou mesmo, da nobreza de que houve alguma perseguição na família.

    Afinal, ser “como eles” e não como nós, eis um invariante.

    O casal sai e chega outro: é o gringo e a brasileira. Claro que a conversa dá lugar às comparações e a como nossas terras são decaídas. Aqui quase se parece como lá, tal e tal lugar no interior de outro rincão do norte terrestre. E neste caso o garçom – coitado – sequer sabia a diferença entre um café lungo e um café “grande” (conforme a gíria). Os comentários em reprovação de repente se unem ao que se lê no WhatsApp e sobre a pouca vergonha do povo que se recusou recentemente a acampar junto aos quartéis.

    Alguém levanta para pagar a conta e emenda para o casal, referindo-se ao garçom: “cada lugar tem seu costume, respeitem os daqui!”. Todo mundo olha por um momento. E então retorna ao que é mais natural e cotidiano.

    #bolsonarismo #brasil #curitiba #fakeNews #familia #fascismo #literatura #livros #memorIa #parana #politica #semCategoria
  9. Curitiba e seu café antropológico

    Tomar café numa calçada curitibana é uma verdadeira experiência antropológica. Começa com o nome do estabelecimento, emprestado de uma das tribos do norte do globo. O café na calçada lembra qualquer café, mas um pouco mais aqueles, europeus, de calçada (é proposital).

    Não à toa, uma família leva o amigo gringo ali para tomar café. Afinal, ele se parece mais com a Europa. Em meio às conversas, pedintes em condição sub-humana aparecem para que ninguém esqueça o que compõe nossa paisagem real. Entre amenidades e compensações, o mal-estar e o esquecimento forçado, a conversa segue.

    Na mesa ao lado há um jovem casal em primeiro encontro. A conversa também enverga rumo a um velho ritual da região: narrar quais são as origens da família para impressionar a parceira. No caso, sempre são as origens européias. E como em qualquer narrativa de origem, há uma espécie de segredo, tesouro, legitimidade, realeza, que ficou lá atrás, prestes a brotar em algo do próprio narrador aqui e agora. Pode ser o pedigree de alguma nobreza perdida, ou mesmo, da nobreza de que houve alguma perseguição na família.

    Afinal, ser “como eles” e não como nós, eis um invariante.

    O casal sai e chega outro: é o gringo e a brasileira. Claro que a conversa dá lugar às comparações e a como nossas terras são decaídas. Aqui quase se parece como lá, tal e tal lugar no interior de outro rincão do norte terrestre. E neste caso o garçom – coitado – sequer sabia a diferença entre um café lungo e um café “grande” (conforme a gíria). Os comentários em reprovação de repente se unem ao que se lê no WhatsApp e sobre a pouca vergonha do povo que se recusou recentemente a acampar junto aos quartéis.

    Alguém levanta para pagar a conta e emenda para o casal, referindo-se ao garçom: “cada lugar tem seu costume, respeitem os daqui!”. Todo mundo olha por um momento. E então retorna ao que é mais natural e cotidiano.

    #bolsonarismo #brasil #curitiba #fakeNews #familia #fascismo #literatura #livros #memorIa #parana #politica #semCategoria