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  1. Wikifavelas como um Bem Público Digital: Tecnologia Social, Memória e Conhecimento Livre nas Favelas – III Semana do Software Livre no Brasil 2026

    24 setembro – 15:00 a 16:00 -03

    Card da atividade “Wikifavelas como um Bem Público Digital: Tecnologia Social, Memória e Conhecimento Livre nas Favelas” constante da programação do evento III Semana do Software Livre no Brasil 2026 com horário programado para iniciar às 15 horas UTC-3 sendo transmitida ao vivo pelo site semana.softwarelivre.tec.br e canal do PeerTube em video.pop.coop/c/softwarelivre.

    O objetivo desta apresentação é apresentar a plataforma Wikifavelas e compartilhar nossos esforços para que ela seja reconhecida como Bem Público Digital (DPG – Digital Public Good). 

    A Wikifavelas é uma plataforma virtual de acesso aberto, gratuito e colaborativo, baseada em MediaWiki, dedicada à coleta e produção de conhecimento sobre favelas e periferias de todo o Brasil. 

    A Wikifavelas sustenta o Dicionário de Favelas Marielle Franco, lançado em 2019 no Instituto de Comunicação e Informação Científica em Saúde (ICICT-Fiocruz), a iniciativa começou a ser formulada em 2016 por uma rede de lideranças comunitárias, instituições acadêmicas e coletivos locais. Hoje, reúne conhecimento em formato de verbetes, que podem ser enviados por qualquer pessoa inscrita como colaboradora. 

    O Dicionário de Favelas tem como objetivo favorecer a preservação da memória e das identidades coletivas dos moradores das favelas e periferias, como parte do compromisso com a expansão da cidadania e do direito à cidade. Para além do ambiente digital, realiza oficinas, grupos de estudo, ciclos de debates e cursos de formação, ampliando o acesso a tecnologias e saberes para que todos possam contar e preservar suas próprias memórias, incidindo politicamente sobre o futuro das cidades. 
    A Wikifavelas fundamenta-se na construção coletiva do conhecimento, na ausência de monopólio sobre os saberes das favelas, na preservação da autoria original e no estímulo ao dissenso — permitindo a criação de verbetes diferentes sobre o mesmo tema. Suas estratégias incluem a mobilização de produtores de conhecimento (territorialização, nacionalização e internacionalização), a valorização da memória das populações periféricas, a dissolução das divisões entre quem produz conhecimento na favela e sobre a favela, e a abertura de espaços para autorias diversas. 

    Estamos trabalhando para atender aos critérios da Digital Public Goods Alliance, incluindo: declaração de propriedade clara; independência da plataforma; documentação completa; mecanismos para extrair dados; adesão à privacidade e às leis aplicáveis (como a LGPD); conformidade com padrões e práticas recomendadas; design que não causa danos; privacidade e segurança de dados; combate a conteúdo inadequado e ilegal; e proteção contra assédio. Além disso, buscamos alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e adotamos a licença CC BY-NC-SA 4.0 (Atribuição – Não Comercial – Compartilha Igual), garantindo que o conhecimento permaneça livre e acessível. 

    A Wikifavelas é tecnologia social, mas também afeto, memória e insurgência. É a favela e a periferia falando de si. Nosso desafio não é só documentar, mas criar uma cidade mais justa, conectando saberes para transformar o presente e construir o futuro. Convidamos a comunidade da Semana do Software Livre a contribuir, partilhar e fortalecer essa rede.

    As atividades serão transmitidas pelo site da Semana, na Rádio Xibé e no nosso canal do PeerTube com chat ao vivo.

    PeerTube
    https://video.pop.coop/c/softwarelivre

    Rádio Xibé
    https://terrapreta.org.br/radioxibe/

    🌐 Link para a programação completa e maiores informações:
    https://semana.softwarelivre.tec.br

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    Online III Semana do Software Livre no Brasil 2026

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  2. Wikifavelas como um Bem Público Digital: Tecnologia Social, Memória e Conhecimento Livre nas Favelas – III Semana do Software Livre no Brasil 2026

    24 setembro – 15:00 a 16:00 -03

    Card da atividade “Wikifavelas como um Bem Público Digital: Tecnologia Social, Memória e Conhecimento Livre nas Favelas” constante da programação do evento III Semana do Software Livre no Brasil 2026 com horário programado para iniciar às 15 horas UTC-3 sendo transmitida ao vivo pelo site semana.softwarelivre.tec.br e canal do PeerTube em video.pop.coop/c/softwarelivre.

    O objetivo desta apresentação é apresentar a plataforma Wikifavelas e compartilhar nossos esforços para que ela seja reconhecida como Bem Público Digital (DPG – Digital Public Good). 

    A Wikifavelas é uma plataforma virtual de acesso aberto, gratuito e colaborativo, baseada em MediaWiki, dedicada à coleta e produção de conhecimento sobre favelas e periferias de todo o Brasil. 

    A Wikifavelas sustenta o Dicionário de Favelas Marielle Franco, lançado em 2019 no Instituto de Comunicação e Informação Científica em Saúde (ICICT-Fiocruz), a iniciativa começou a ser formulada em 2016 por uma rede de lideranças comunitárias, instituições acadêmicas e coletivos locais. Hoje, reúne conhecimento em formato de verbetes, que podem ser enviados por qualquer pessoa inscrita como colaboradora. 

    O Dicionário de Favelas tem como objetivo favorecer a preservação da memória e das identidades coletivas dos moradores das favelas e periferias, como parte do compromisso com a expansão da cidadania e do direito à cidade. Para além do ambiente digital, realiza oficinas, grupos de estudo, ciclos de debates e cursos de formação, ampliando o acesso a tecnologias e saberes para que todos possam contar e preservar suas próprias memórias, incidindo politicamente sobre o futuro das cidades. 
    A Wikifavelas fundamenta-se na construção coletiva do conhecimento, na ausência de monopólio sobre os saberes das favelas, na preservação da autoria original e no estímulo ao dissenso — permitindo a criação de verbetes diferentes sobre o mesmo tema. Suas estratégias incluem a mobilização de produtores de conhecimento (territorialização, nacionalização e internacionalização), a valorização da memória das populações periféricas, a dissolução das divisões entre quem produz conhecimento na favela e sobre a favela, e a abertura de espaços para autorias diversas. 

    Estamos trabalhando para atender aos critérios da Digital Public Goods Alliance, incluindo: declaração de propriedade clara; independência da plataforma; documentação completa; mecanismos para extrair dados; adesão à privacidade e às leis aplicáveis (como a LGPD); conformidade com padrões e práticas recomendadas; design que não causa danos; privacidade e segurança de dados; combate a conteúdo inadequado e ilegal; e proteção contra assédio. Além disso, buscamos alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e adotamos a licença CC BY-NC-SA 4.0 (Atribuição – Não Comercial – Compartilha Igual), garantindo que o conhecimento permaneça livre e acessível. 

    A Wikifavelas é tecnologia social, mas também afeto, memória e insurgência. É a favela e a periferia falando de si. Nosso desafio não é só documentar, mas criar uma cidade mais justa, conectando saberes para transformar o presente e construir o futuro. Convidamos a comunidade da Semana do Software Livre a contribuir, partilhar e fortalecer essa rede.

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  3. Wikifavelas como um Bem Público Digital: Tecnologia Social, Memória e Conhecimento Livre nas Favelas – III Semana do Software Livre no Brasil 2026

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    Estamos trabalhando para atender aos critérios da Digital Public Goods Alliance, incluindo: declaração de propriedade clara; independência da plataforma; documentação completa; mecanismos para extrair dados; adesão à privacidade e às leis aplicáveis (como a LGPD); conformidade com padrões e práticas recomendadas; design que não causa danos; privacidade e segurança de dados; combate a conteúdo inadequado e ilegal; e proteção contra assédio. Além disso, buscamos alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e adotamos a licença CC BY-NC-SA 4.0 (Atribuição – Não Comercial – Compartilha Igual), garantindo que o conhecimento permaneça livre e acessível. 

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  4. Wikifavelas como um Bem Público Digital: Tecnologia Social, Memória e Conhecimento Livre nas Favelas – III Semana do Software Livre no Brasil 2026

    24 setembro – 15:00 a 16:00 -03

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    O Dicionário de Favelas tem como objetivo favorecer a preservação da memória e das identidades coletivas dos moradores das favelas e periferias, como parte do compromisso com a expansão da cidadania e do direito à cidade. Para além do ambiente digital, realiza oficinas, grupos de estudo, ciclos de debates e cursos de formação, ampliando o acesso a tecnologias e saberes para que todos possam contar e preservar suas próprias memórias, incidindo politicamente sobre o futuro das cidades. 
    A Wikifavelas fundamenta-se na construção coletiva do conhecimento, na ausência de monopólio sobre os saberes das favelas, na preservação da autoria original e no estímulo ao dissenso — permitindo a criação de verbetes diferentes sobre o mesmo tema. Suas estratégias incluem a mobilização de produtores de conhecimento (territorialização, nacionalização e internacionalização), a valorização da memória das populações periféricas, a dissolução das divisões entre quem produz conhecimento na favela e sobre a favela, e a abertura de espaços para autorias diversas. 

    Estamos trabalhando para atender aos critérios da Digital Public Goods Alliance, incluindo: declaração de propriedade clara; independência da plataforma; documentação completa; mecanismos para extrair dados; adesão à privacidade e às leis aplicáveis (como a LGPD); conformidade com padrões e práticas recomendadas; design que não causa danos; privacidade e segurança de dados; combate a conteúdo inadequado e ilegal; e proteção contra assédio. Além disso, buscamos alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e adotamos a licença CC BY-NC-SA 4.0 (Atribuição – Não Comercial – Compartilha Igual), garantindo que o conhecimento permaneça livre e acessível. 

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    O Dicionário de Favelas tem como objetivo favorecer a preservação da memória e das identidades coletivas dos moradores das favelas e periferias, como parte do compromisso com a expansão da cidadania e do direito à cidade. Para além do ambiente digital, realiza oficinas, grupos de estudo, ciclos de debates e cursos de formação, ampliando o acesso a tecnologias e saberes para que todos possam contar e preservar suas próprias memórias, incidindo politicamente sobre o futuro das cidades. 
    A Wikifavelas fundamenta-se na construção coletiva do conhecimento, na ausência de monopólio sobre os saberes das favelas, na preservação da autoria original e no estímulo ao dissenso — permitindo a criação de verbetes diferentes sobre o mesmo tema. Suas estratégias incluem a mobilização de produtores de conhecimento (territorialização, nacionalização e internacionalização), a valorização da memória das populações periféricas, a dissolução das divisões entre quem produz conhecimento na favela e sobre a favela, e a abertura de espaços para autorias diversas. 

    Estamos trabalhando para atender aos critérios da Digital Public Goods Alliance, incluindo: declaração de propriedade clara; independência da plataforma; documentação completa; mecanismos para extrair dados; adesão à privacidade e às leis aplicáveis (como a LGPD); conformidade com padrões e práticas recomendadas; design que não causa danos; privacidade e segurança de dados; combate a conteúdo inadequado e ilegal; e proteção contra assédio. Além disso, buscamos alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e adotamos a licença CC BY-NC-SA 4.0 (Atribuição – Não Comercial – Compartilha Igual), garantindo que o conhecimento permaneça livre e acessível. 

    A Wikifavelas é tecnologia social, mas também afeto, memória e insurgência. É a favela e a periferia falando de si. Nosso desafio não é só documentar, mas criar uma cidade mais justa, conectando saberes para transformar o presente e construir o futuro. Convidamos a comunidade da Semana do Software Livre a contribuir, partilhar e fortalecer essa rede.

    As atividades serão transmitidas pelo site da Semana, na Rádio Xibé e no nosso canal do PeerTube com chat ao vivo.

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  6. A delicada questão do poder nas ecovilas

    Como organizar a autoridade coletiva, em comunidades que desejam superar as relações de dominação? Os resquícios do “velho mundo”: ímpeto de mandar e comodidade de obedecer. A liderança circular. O novo trato com o dinheiro

    outraspalavras.net/pos-capital

  7. 🧿 𝑳𝒂 𝒄𝒊𝒖𝒅𝒂𝒅 𝒅𝒆 𝒖𝒏 𝒔𝒐𝒍𝒐 𝒆𝒅𝒊𝒇𝒊𝒄𝒊𝒐 🧿

    Imagina vivir en un lugar donde casi todos tus vecinos están bajo el mismo techo.

    No en una urbanización.
    No en un barrio.
    En un único edificio.

    Parece el argumento de una novela de ciencia ficción o de una película posapocalíptica, pero existe de verdad y está en Alaska.

    La pequeña localidad de Whittier, situada a unos 95 kilómetros al sureste de Anchorage, es uno de los lugares más peculiares del mundo.
    Allí viven apenas unos 270 habitantes y entre el 85 % y el 95 % de ellos residen en el mismo edificio: el Begich Towers Condominium.

    Por eso Whittier es conocida como "la ciudad bajo un mismo techo".

    Llegar hasta allí ya es una aventura.
    La localidad está rodeada de montañas, glaciares y mar.
    Su única conexión terrestre con el resto de Alaska es el Túnel Memorial Anton Anderson, una galería excavada en la roca de unos cuatro kilómetros de longitud por la que circulan tanto coches como trenes.

    Lo más curioso es que el túnel tiene un solo carril.
    Los vehículos y los trenes lo utilizan de forma alterna siguiendo horarios estrictos.
    Por la noche se cierra, dejando a Whittier prácticamente aislada hasta la mañana siguiente.

    El edificio que hoy alberga a casi toda la población no nació como vivienda civil.

    Fue construido durante la Guerra Fría.
    Diseñado por Anton Anderson y terminado en 1957, recibió inicialmente el nombre de Hodge Building.
    El Cuerpo de Ingenieros del Ejército de Estados Unidos lo levantó para alojar soldados y familias militares destinados en aquella zona estratégica de Alaska.

    Su robustez quedó demostrada en 1964, cuando uno de los terremotos más devastadores registrados en Norteamérica sacudió Alaska.
    El posterior tsunami causó enormes daños en Whittier, pero el gigantesco edificio de hormigón resistió.

    Cuando el ejército abandonó las instalaciones, la estructura fue transferida a la ciudad y transformada en un complejo residencial.
    En 1973 recibió el nombre actual de Begich Towers en honor a Nick Begich, congresista de Alaska desaparecido un año antes en un misterioso accidente aéreo.

    Desde fuera parece simplemente un bloque de catorce plantas.

    Por dentro es otra historia.

    Cuenta con 196 apartamentos de distintos tamaños, pero además alberga buena parte de los servicios esenciales de la comunidad.
    Allí se encuentran la oficina de correos, dependencias municipales, la comisaría local, una pequeña clínica médica, lavandería, supermercado e incluso una iglesia.

    La escuela está en un edificio cercano, pero los niños no tienen que salir al exterior para llegar a clase.
    Un túnel peatonal cubierto conecta directamente el colegio con las torres.

    Y es que el clima explica por qué esta forma de vida tiene sentido.

    Whittier es uno de los lugares más extremos de Alaska.

    Cada invierno caen más de tres metros y medio de nieve de media.
    En algunos años especialmente duros se han llegado a superar los seis metros acumulados.

    Los coches desaparecen bajo montañas de nieve.
    Las calles quedan convertidas en estrechos pasillos blancos y las labores de limpieza son constantes.

    A esto se suman unos vientos temibles conocidos como williwaws.

    Procedentes de los glaciares y canalizados por las montañas cercanas, pueden superar fácilmente los 100 kilómetros por hora y alcanzar en ocasiones los 130.
    Son ráfagas tan violentas que pueden derribar a una persona desprevenida.

    Las temperaturas tampoco ayudan.

    Aunque la proximidad del océano evita los fríos extremos del interior de Alaska, durante el invierno los termómetros suelen moverse alrededor de los cero grados y las mínimas rondan los cinco grados bajo cero.
    Sin embargo, la combinación de humedad, viento y oscuridad hace que la sensación térmica resulte mucho más dura.

    Durante diciembre y enero la luz solar directa escasea debido a la latitud y a las montañas que rodean la población.

    En ese contexto, el Begich Towers funciona casi como un refugio de supervivencia.

    Gracias a la calefacción central y a las conexiones interiores, muchos vecinos pueden pasar días enteros sin necesidad de salir al exterior.
    Mientras fuera rugen las ventiscas, dentro se hace la compra, se trabaja, se estudia y se conversa con total normalidad.

    Y contra lo que podría parecer, muchos residentes aseguran que no se sienten encerrados.

    Describen la comunidad como una gran familia.

    Todos se conocen.
    Los niños juegan juntos.
    Los vecinos se ayudan mutuamente.
    Si alguien necesita una herramienta, un ingrediente para cocinar o una mano para resolver un problema, basta con llamar a la puerta de al lado.

    La privacidad absoluta es difícil, pero a cambio disfrutan de una sensación de comunidad que en muchos lugares ya ha desaparecido.

    Comprar una vivienda tampoco es imposible.

    Los apartamentos son de propiedad privada y suelen venderse por precios que oscilan entre los 125.000 y los 195.000 dólares, dependiendo de su tamaño y de las vistas.

    Eso sí, las cuotas comunitarias son elevadas.
    Los propietarios pagan entre 600 y 680 dólares mensuales porque esos gastos incluyen calefacción, electricidad, agua, recogida de residuos y el mantenimiento de la infraestructura necesaria para sobrevivir en un entorno tan hostil.

    Los suministros llegan principalmente por carretera a través del túnel, aunque el puerto sigue siendo fundamental.
    Curiosamente, las aguas del canal de Passage permanecen libres de hielo durante el invierno gracias a las corrientes marinas, permitiendo la llegada de combustible y mercancías incluso cuando el clima complica el acceso terrestre.

    Además, durante el verano las torres reciben turistas.

    Algunos apartamentos funcionan como pequeños hostales y alojamientos vacacionales.
    Los visitantes pueden pasar la noche en el mismo edificio donde viven casi todos los habitantes del pueblo y compartir ascensor con el alcalde, el jefe de policía o el tendero local.

    Whittier tiene una economía pequeña, pero bastante activa para el tamaño del pueblo.

    🚢 Puerto y transporte marítimo

    El puerto es una de las principales fuentes de empleo.
    Whittier es un punto estratégico del estrecho de Prince William y recibe barcos de mercancías, pesqueros, ferris y cruceros turísticos.
    Muchas personas trabajan en actividades relacionadas con el transporte marítimo, mantenimiento portuario y logística.

    🎣 Pesca

    La pesca comercial es una actividad importante en la zona.
    Algunos habitantes trabajan directamente en barcos pesqueros o en servicios vinculados a la industria pesquera.

    🚂 Ferrocarril

    El ferrocarril de Alaska llega hasta Whittier.
    Hay empleos relacionados con el transporte de mercancías, mantenimiento de infraestructuras y operaciones ferroviarias.

    🏨 Turismo

    Durante el verano llegan miles de visitantes atraídos por los glaciares, la fauna salvaje, las excursiones en barco y los cruceros.
    Hay trabajo en hoteles, apartamentos turísticos, restaurantes, guías de naturaleza, empresas de kayak y excursiones marítimas.

    🏛️ Servicios públicos

    Aunque la población es pequeña, necesita policía, bomberos, personal sanitario, profesores, empleados municipales y trabajadores de mantenimiento.
    Muchos de ellos viven en el propio Begich Towers.

    💻️ Teletrabajo

    Como ocurre cada vez más en Alaska, algunos residentes trabajan por internet para empresas situadas en Anchorage o incluso en otros estados de EE. UU.

    Lo curioso es que muchos vecinos salen cada día del edificio para trabajar.
    Lo que ocurre es que, cuando regresan, vuelven al mismo lugar donde están el supermercado, la oficina de correos, los vecinos y buena parte de los servicios del pueblo.

    De hecho, varios residentes han contado que durante las grandes tormentas pueden pasar días enteros sin abandonar el complejo.
    En invierno, el edificio funciona casi como un pequeño ecosistema autosuficiente, pero en verano la vida es mucho más abierta y la gente entra y sale constantemente.

    Ese contraste es lo que hace tan singular a Whittier: no es una ciudad encerrada en un edificio, sino una ciudad tan extrema que acabó concentrándose en uno. ❄️🏔️🏢

    Puede parecer una forma extraña de vivir.

    Sin embargo, para los habitantes de Whittier no es una excentricidad.
    Es simplemente la solución más lógica para sobrevivir en uno de los rincones más aislados, ventosos y nevados de América del Norte.

    Mientras el mundo se dispersa cada vez más, ellos han encontrado una manera de permanecer juntos.

    ▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣

    youtube.com/watch?v=bH-TlC0111Q

    #historia #curiosidades #alaska #whittier #begichtowers #lugaresincreíbles #arquitectura #vidacotidiana #historiasreales #curiosidadeshistóricas #ecosdelpasado #estadounidenses #comunidades #viajes

  8. 🧿 𝑳𝒂 𝒄𝒊𝒖𝒅𝒂𝒅 𝒅𝒆 𝒖𝒏 𝒔𝒐𝒍𝒐 𝒆𝒅𝒊𝒇𝒊𝒄𝒊𝒐 🧿

    Imagina vivir en un lugar donde casi todos tus vecinos están bajo el mismo techo.

    No en una urbanización.
    No en un barrio.
    En un único edificio.

    Parece el argumento de una novela de ciencia ficción o de una película posapocalíptica, pero existe de verdad y está en Alaska.

    La pequeña localidad de Whittier, situada a unos 95 kilómetros al sureste de Anchorage, es uno de los lugares más peculiares del mundo.
    Allí viven apenas unos 270 habitantes y entre el 85 % y el 95 % de ellos residen en el mismo edificio: el Begich Towers Condominium.

    Por eso Whittier es conocida como "la ciudad bajo un mismo techo".

    Llegar hasta allí ya es una aventura.
    La localidad está rodeada de montañas, glaciares y mar.
    Su única conexión terrestre con el resto de Alaska es el Túnel Memorial Anton Anderson, una galería excavada en la roca de unos cuatro kilómetros de longitud por la que circulan tanto coches como trenes.

    Lo más curioso es que el túnel tiene un solo carril.
    Los vehículos y los trenes lo utilizan de forma alterna siguiendo horarios estrictos.
    Por la noche se cierra, dejando a Whittier prácticamente aislada hasta la mañana siguiente.

    El edificio que hoy alberga a casi toda la población no nació como vivienda civil.

    Fue construido durante la Guerra Fría.
    Diseñado por Anton Anderson y terminado en 1957, recibió inicialmente el nombre de Hodge Building.
    El Cuerpo de Ingenieros del Ejército de Estados Unidos lo levantó para alojar soldados y familias militares destinados en aquella zona estratégica de Alaska.

    Su robustez quedó demostrada en 1964, cuando uno de los terremotos más devastadores registrados en Norteamérica sacudió Alaska.
    El posterior tsunami causó enormes daños en Whittier, pero el gigantesco edificio de hormigón resistió.

    Cuando el ejército abandonó las instalaciones, la estructura fue transferida a la ciudad y transformada en un complejo residencial.
    En 1973 recibió el nombre actual de Begich Towers en honor a Nick Begich, congresista de Alaska desaparecido un año antes en un misterioso accidente aéreo.

    Desde fuera parece simplemente un bloque de catorce plantas.

    Por dentro es otra historia.

    Cuenta con 196 apartamentos de distintos tamaños, pero además alberga buena parte de los servicios esenciales de la comunidad.
    Allí se encuentran la oficina de correos, dependencias municipales, la comisaría local, una pequeña clínica médica, lavandería, supermercado e incluso una iglesia.

    La escuela está en un edificio cercano, pero los niños no tienen que salir al exterior para llegar a clase.
    Un túnel peatonal cubierto conecta directamente el colegio con las torres.

    Y es que el clima explica por qué esta forma de vida tiene sentido.

    Whittier es uno de los lugares más extremos de Alaska.

    Cada invierno caen más de tres metros y medio de nieve de media.
    En algunos años especialmente duros se han llegado a superar los seis metros acumulados.

    Los coches desaparecen bajo montañas de nieve.
    Las calles quedan convertidas en estrechos pasillos blancos y las labores de limpieza son constantes.

    A esto se suman unos vientos temibles conocidos como williwaws.

    Procedentes de los glaciares y canalizados por las montañas cercanas, pueden superar fácilmente los 100 kilómetros por hora y alcanzar en ocasiones los 130.
    Son ráfagas tan violentas que pueden derribar a una persona desprevenida.

    Las temperaturas tampoco ayudan.

    Aunque la proximidad del océano evita los fríos extremos del interior de Alaska, durante el invierno los termómetros suelen moverse alrededor de los cero grados y las mínimas rondan los cinco grados bajo cero.
    Sin embargo, la combinación de humedad, viento y oscuridad hace que la sensación térmica resulte mucho más dura.

    Durante diciembre y enero la luz solar directa escasea debido a la latitud y a las montañas que rodean la población.

    En ese contexto, el Begich Towers funciona casi como un refugio de supervivencia.

    Gracias a la calefacción central y a las conexiones interiores, muchos vecinos pueden pasar días enteros sin necesidad de salir al exterior.
    Mientras fuera rugen las ventiscas, dentro se hace la compra, se trabaja, se estudia y se conversa con total normalidad.

    Y contra lo que podría parecer, muchos residentes aseguran que no se sienten encerrados.

    Describen la comunidad como una gran familia.

    Todos se conocen.
    Los niños juegan juntos.
    Los vecinos se ayudan mutuamente.
    Si alguien necesita una herramienta, un ingrediente para cocinar o una mano para resolver un problema, basta con llamar a la puerta de al lado.

    La privacidad absoluta es difícil, pero a cambio disfrutan de una sensación de comunidad que en muchos lugares ya ha desaparecido.

    Comprar una vivienda tampoco es imposible.

    Los apartamentos son de propiedad privada y suelen venderse por precios que oscilan entre los 125.000 y los 195.000 dólares, dependiendo de su tamaño y de las vistas.

    Eso sí, las cuotas comunitarias son elevadas.
    Los propietarios pagan entre 600 y 680 dólares mensuales porque esos gastos incluyen calefacción, electricidad, agua, recogida de residuos y el mantenimiento de la infraestructura necesaria para sobrevivir en un entorno tan hostil.

    Los suministros llegan principalmente por carretera a través del túnel, aunque el puerto sigue siendo fundamental.
    Curiosamente, las aguas del canal de Passage permanecen libres de hielo durante el invierno gracias a las corrientes marinas, permitiendo la llegada de combustible y mercancías incluso cuando el clima complica el acceso terrestre.

    Además, durante el verano las torres reciben turistas.

    Algunos apartamentos funcionan como pequeños hostales y alojamientos vacacionales.
    Los visitantes pueden pasar la noche en el mismo edificio donde viven casi todos los habitantes del pueblo y compartir ascensor con el alcalde, el jefe de policía o el tendero local.

    Whittier tiene una economía pequeña, pero bastante activa para el tamaño del pueblo.

    🚢 Puerto y transporte marítimo

    El puerto es una de las principales fuentes de empleo.
    Whittier es un punto estratégico del estrecho de Prince William y recibe barcos de mercancías, pesqueros, ferris y cruceros turísticos.
    Muchas personas trabajan en actividades relacionadas con el transporte marítimo, mantenimiento portuario y logística.

    🎣 Pesca

    La pesca comercial es una actividad importante en la zona.
    Algunos habitantes trabajan directamente en barcos pesqueros o en servicios vinculados a la industria pesquera.

    🚂 Ferrocarril

    El ferrocarril de Alaska llega hasta Whittier.
    Hay empleos relacionados con el transporte de mercancías, mantenimiento de infraestructuras y operaciones ferroviarias.

    🏨 Turismo

    Durante el verano llegan miles de visitantes atraídos por los glaciares, la fauna salvaje, las excursiones en barco y los cruceros.
    Hay trabajo en hoteles, apartamentos turísticos, restaurantes, guías de naturaleza, empresas de kayak y excursiones marítimas.

    🏛️ Servicios públicos

    Aunque la población es pequeña, necesita policía, bomberos, personal sanitario, profesores, empleados municipales y trabajadores de mantenimiento.
    Muchos de ellos viven en el propio Begich Towers.

    💻️ Teletrabajo

    Como ocurre cada vez más en Alaska, algunos residentes trabajan por internet para empresas situadas en Anchorage o incluso en otros estados de EE. UU.

    Lo curioso es que muchos vecinos salen cada día del edificio para trabajar.
    Lo que ocurre es que, cuando regresan, vuelven al mismo lugar donde están el supermercado, la oficina de correos, los vecinos y buena parte de los servicios del pueblo.

    De hecho, varios residentes han contado que durante las grandes tormentas pueden pasar días enteros sin abandonar el complejo.
    En invierno, el edificio funciona casi como un pequeño ecosistema autosuficiente, pero en verano la vida es mucho más abierta y la gente entra y sale constantemente.

    Ese contraste es lo que hace tan singular a Whittier: no es una ciudad encerrada en un edificio, sino una ciudad tan extrema que acabó concentrándose en uno. ❄️🏔️🏢

    Puede parecer una forma extraña de vivir.

    Sin embargo, para los habitantes de Whittier no es una excentricidad.
    Es simplemente la solución más lógica para sobrevivir en uno de los rincones más aislados, ventosos y nevados de América del Norte.

    Mientras el mundo se dispersa cada vez más, ellos han encontrado una manera de permanecer juntos.

    ▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣

    youtube.com/watch?v=bH-TlC0111Q

    #historia #curiosidades #alaska #whittier #begichtowers #lugaresincreíbles #arquitectura #vidacotidiana #historiasreales #curiosidadeshistóricas #ecosdelpasado #estadounidenses #comunidades #viajes

  9. 🧿 𝑳𝒂 𝒄𝒊𝒖𝒅𝒂𝒅 𝒅𝒆 𝒖𝒏 𝒔𝒐𝒍𝒐 𝒆𝒅𝒊𝒇𝒊𝒄𝒊𝒐 🧿

    Imagina vivir en un lugar donde casi todos tus vecinos están bajo el mismo techo.

    No en una urbanización.
    No en un barrio.
    En un único edificio.

    Parece el argumento de una novela de ciencia ficción o de una película posapocalíptica, pero existe de verdad y está en Alaska.

    La pequeña localidad de Whittier, situada a unos 95 kilómetros al sureste de Anchorage, es uno de los lugares más peculiares del mundo.
    Allí viven apenas unos 270 habitantes y entre el 85 % y el 95 % de ellos residen en el mismo edificio: el Begich Towers Condominium.

    Por eso Whittier es conocida como "la ciudad bajo un mismo techo".

    Llegar hasta allí ya es una aventura.
    La localidad está rodeada de montañas, glaciares y mar.
    Su única conexión terrestre con el resto de Alaska es el Túnel Memorial Anton Anderson, una galería excavada en la roca de unos cuatro kilómetros de longitud por la que circulan tanto coches como trenes.

    Lo más curioso es que el túnel tiene un solo carril.
    Los vehículos y los trenes lo utilizan de forma alterna siguiendo horarios estrictos.
    Por la noche se cierra, dejando a Whittier prácticamente aislada hasta la mañana siguiente.

    El edificio que hoy alberga a casi toda la población no nació como vivienda civil.

    Fue construido durante la Guerra Fría.
    Diseñado por Anton Anderson y terminado en 1957, recibió inicialmente el nombre de Hodge Building.
    El Cuerpo de Ingenieros del Ejército de Estados Unidos lo levantó para alojar soldados y familias militares destinados en aquella zona estratégica de Alaska.

    Su robustez quedó demostrada en 1964, cuando uno de los terremotos más devastadores registrados en Norteamérica sacudió Alaska.
    El posterior tsunami causó enormes daños en Whittier, pero el gigantesco edificio de hormigón resistió.

    Cuando el ejército abandonó las instalaciones, la estructura fue transferida a la ciudad y transformada en un complejo residencial.
    En 1973 recibió el nombre actual de Begich Towers en honor a Nick Begich, congresista de Alaska desaparecido un año antes en un misterioso accidente aéreo.

    Desde fuera parece simplemente un bloque de catorce plantas.

    Por dentro es otra historia.

    Cuenta con 196 apartamentos de distintos tamaños, pero además alberga buena parte de los servicios esenciales de la comunidad.
    Allí se encuentran la oficina de correos, dependencias municipales, la comisaría local, una pequeña clínica médica, lavandería, supermercado e incluso una iglesia.

    La escuela está en un edificio cercano, pero los niños no tienen que salir al exterior para llegar a clase.
    Un túnel peatonal cubierto conecta directamente el colegio con las torres.

    Y es que el clima explica por qué esta forma de vida tiene sentido.

    Whittier es uno de los lugares más extremos de Alaska.

    Cada invierno caen más de tres metros y medio de nieve de media.
    En algunos años especialmente duros se han llegado a superar los seis metros acumulados.

    Los coches desaparecen bajo montañas de nieve.
    Las calles quedan convertidas en estrechos pasillos blancos y las labores de limpieza son constantes.

    A esto se suman unos vientos temibles conocidos como williwaws.

    Procedentes de los glaciares y canalizados por las montañas cercanas, pueden superar fácilmente los 100 kilómetros por hora y alcanzar en ocasiones los 130.
    Son ráfagas tan violentas que pueden derribar a una persona desprevenida.

    Las temperaturas tampoco ayudan.

    Aunque la proximidad del océano evita los fríos extremos del interior de Alaska, durante el invierno los termómetros suelen moverse alrededor de los cero grados y las mínimas rondan los cinco grados bajo cero.
    Sin embargo, la combinación de humedad, viento y oscuridad hace que la sensación térmica resulte mucho más dura.

    Durante diciembre y enero la luz solar directa escasea debido a la latitud y a las montañas que rodean la población.

    En ese contexto, el Begich Towers funciona casi como un refugio de supervivencia.

    Gracias a la calefacción central y a las conexiones interiores, muchos vecinos pueden pasar días enteros sin necesidad de salir al exterior.
    Mientras fuera rugen las ventiscas, dentro se hace la compra, se trabaja, se estudia y se conversa con total normalidad.

    Y contra lo que podría parecer, muchos residentes aseguran que no se sienten encerrados.

    Describen la comunidad como una gran familia.

    Todos se conocen.
    Los niños juegan juntos.
    Los vecinos se ayudan mutuamente.
    Si alguien necesita una herramienta, un ingrediente para cocinar o una mano para resolver un problema, basta con llamar a la puerta de al lado.

    La privacidad absoluta es difícil, pero a cambio disfrutan de una sensación de comunidad que en muchos lugares ya ha desaparecido.

    Comprar una vivienda tampoco es imposible.

    Los apartamentos son de propiedad privada y suelen venderse por precios que oscilan entre los 125.000 y los 195.000 dólares, dependiendo de su tamaño y de las vistas.

    Eso sí, las cuotas comunitarias son elevadas.
    Los propietarios pagan entre 600 y 680 dólares mensuales porque esos gastos incluyen calefacción, electricidad, agua, recogida de residuos y el mantenimiento de la infraestructura necesaria para sobrevivir en un entorno tan hostil.

    Los suministros llegan principalmente por carretera a través del túnel, aunque el puerto sigue siendo fundamental.
    Curiosamente, las aguas del canal de Passage permanecen libres de hielo durante el invierno gracias a las corrientes marinas, permitiendo la llegada de combustible y mercancías incluso cuando el clima complica el acceso terrestre.

    Además, durante el verano las torres reciben turistas.

    Algunos apartamentos funcionan como pequeños hostales y alojamientos vacacionales.
    Los visitantes pueden pasar la noche en el mismo edificio donde viven casi todos los habitantes del pueblo y compartir ascensor con el alcalde, el jefe de policía o el tendero local.

    Whittier tiene una economía pequeña, pero bastante activa para el tamaño del pueblo.

    🚢 Puerto y transporte marítimo

    El puerto es una de las principales fuentes de empleo.
    Whittier es un punto estratégico del estrecho de Prince William y recibe barcos de mercancías, pesqueros, ferris y cruceros turísticos.
    Muchas personas trabajan en actividades relacionadas con el transporte marítimo, mantenimiento portuario y logística.

    🎣 Pesca

    La pesca comercial es una actividad importante en la zona.
    Algunos habitantes trabajan directamente en barcos pesqueros o en servicios vinculados a la industria pesquera.

    🚂 Ferrocarril

    El ferrocarril de Alaska llega hasta Whittier.
    Hay empleos relacionados con el transporte de mercancías, mantenimiento de infraestructuras y operaciones ferroviarias.

    🏨 Turismo

    Durante el verano llegan miles de visitantes atraídos por los glaciares, la fauna salvaje, las excursiones en barco y los cruceros.
    Hay trabajo en hoteles, apartamentos turísticos, restaurantes, guías de naturaleza, empresas de kayak y excursiones marítimas.

    🏛️ Servicios públicos

    Aunque la población es pequeña, necesita policía, bomberos, personal sanitario, profesores, empleados municipales y trabajadores de mantenimiento.
    Muchos de ellos viven en el propio Begich Towers.

    💻️ Teletrabajo

    Como ocurre cada vez más en Alaska, algunos residentes trabajan por internet para empresas situadas en Anchorage o incluso en otros estados de EE. UU.

    Lo curioso es que muchos vecinos salen cada día del edificio para trabajar.
    Lo que ocurre es que, cuando regresan, vuelven al mismo lugar donde están el supermercado, la oficina de correos, los vecinos y buena parte de los servicios del pueblo.

    De hecho, varios residentes han contado que durante las grandes tormentas pueden pasar días enteros sin abandonar el complejo.
    En invierno, el edificio funciona casi como un pequeño ecosistema autosuficiente, pero en verano la vida es mucho más abierta y la gente entra y sale constantemente.

    Ese contraste es lo que hace tan singular a Whittier: no es una ciudad encerrada en un edificio, sino una ciudad tan extrema que acabó concentrándose en uno. ❄️🏔️🏢

    Puede parecer una forma extraña de vivir.

    Sin embargo, para los habitantes de Whittier no es una excentricidad.
    Es simplemente la solución más lógica para sobrevivir en uno de los rincones más aislados, ventosos y nevados de América del Norte.

    Mientras el mundo se dispersa cada vez más, ellos han encontrado una manera de permanecer juntos.

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    youtube.com/watch?v=bH-TlC0111Q

    #historia #curiosidades #alaska #whittier #begichtowers #lugaresincreíbles #arquitectura #vidacotidiana #historiasreales #curiosidadeshistóricas #ecosdelpasado #estadounidenses #comunidades #viajes

  10. 🧿 𝑳𝒂 𝒄𝒊𝒖𝒅𝒂𝒅 𝒅𝒆 𝒖𝒏 𝒔𝒐𝒍𝒐 𝒆𝒅𝒊𝒇𝒊𝒄𝒊𝒐 🧿

    Imagina vivir en un lugar donde casi todos tus vecinos están bajo el mismo techo.

    No en una urbanización.
    No en un barrio.
    En un único edificio.

    Parece el argumento de una novela de ciencia ficción o de una película posapocalíptica, pero existe de verdad y está en Alaska.

    La pequeña localidad de Whittier, situada a unos 95 kilómetros al sureste de Anchorage, es uno de los lugares más peculiares del mundo.
    Allí viven apenas unos 270 habitantes y entre el 85 % y el 95 % de ellos residen en el mismo edificio: el Begich Towers Condominium.

    Por eso Whittier es conocida como "la ciudad bajo un mismo techo".

    Llegar hasta allí ya es una aventura.
    La localidad está rodeada de montañas, glaciares y mar.
    Su única conexión terrestre con el resto de Alaska es el Túnel Memorial Anton Anderson, una galería excavada en la roca de unos cuatro kilómetros de longitud por la que circulan tanto coches como trenes.

    Lo más curioso es que el túnel tiene un solo carril.
    Los vehículos y los trenes lo utilizan de forma alterna siguiendo horarios estrictos.
    Por la noche se cierra, dejando a Whittier prácticamente aislada hasta la mañana siguiente.

    El edificio que hoy alberga a casi toda la población no nació como vivienda civil.

    Fue construido durante la Guerra Fría.
    Diseñado por Anton Anderson y terminado en 1957, recibió inicialmente el nombre de Hodge Building.
    El Cuerpo de Ingenieros del Ejército de Estados Unidos lo levantó para alojar soldados y familias militares destinados en aquella zona estratégica de Alaska.

    Su robustez quedó demostrada en 1964, cuando uno de los terremotos más devastadores registrados en Norteamérica sacudió Alaska.
    El posterior tsunami causó enormes daños en Whittier, pero el gigantesco edificio de hormigón resistió.

    Cuando el ejército abandonó las instalaciones, la estructura fue transferida a la ciudad y transformada en un complejo residencial.
    En 1973 recibió el nombre actual de Begich Towers en honor a Nick Begich, congresista de Alaska desaparecido un año antes en un misterioso accidente aéreo.

    Desde fuera parece simplemente un bloque de catorce plantas.

    Por dentro es otra historia.

    Cuenta con 196 apartamentos de distintos tamaños, pero además alberga buena parte de los servicios esenciales de la comunidad.
    Allí se encuentran la oficina de correos, dependencias municipales, la comisaría local, una pequeña clínica médica, lavandería, supermercado e incluso una iglesia.

    La escuela está en un edificio cercano, pero los niños no tienen que salir al exterior para llegar a clase.
    Un túnel peatonal cubierto conecta directamente el colegio con las torres.

    Y es que el clima explica por qué esta forma de vida tiene sentido.

    Whittier es uno de los lugares más extremos de Alaska.

    Cada invierno caen más de tres metros y medio de nieve de media.
    En algunos años especialmente duros se han llegado a superar los seis metros acumulados.

    Los coches desaparecen bajo montañas de nieve.
    Las calles quedan convertidas en estrechos pasillos blancos y las labores de limpieza son constantes.

    A esto se suman unos vientos temibles conocidos como williwaws.

    Procedentes de los glaciares y canalizados por las montañas cercanas, pueden superar fácilmente los 100 kilómetros por hora y alcanzar en ocasiones los 130.
    Son ráfagas tan violentas que pueden derribar a una persona desprevenida.

    Las temperaturas tampoco ayudan.

    Aunque la proximidad del océano evita los fríos extremos del interior de Alaska, durante el invierno los termómetros suelen moverse alrededor de los cero grados y las mínimas rondan los cinco grados bajo cero.
    Sin embargo, la combinación de humedad, viento y oscuridad hace que la sensación térmica resulte mucho más dura.

    Durante diciembre y enero la luz solar directa escasea debido a la latitud y a las montañas que rodean la población.

    En ese contexto, el Begich Towers funciona casi como un refugio de supervivencia.

    Gracias a la calefacción central y a las conexiones interiores, muchos vecinos pueden pasar días enteros sin necesidad de salir al exterior.
    Mientras fuera rugen las ventiscas, dentro se hace la compra, se trabaja, se estudia y se conversa con total normalidad.

    Y contra lo que podría parecer, muchos residentes aseguran que no se sienten encerrados.

    Describen la comunidad como una gran familia.

    Todos se conocen.
    Los niños juegan juntos.
    Los vecinos se ayudan mutuamente.
    Si alguien necesita una herramienta, un ingrediente para cocinar o una mano para resolver un problema, basta con llamar a la puerta de al lado.

    La privacidad absoluta es difícil, pero a cambio disfrutan de una sensación de comunidad que en muchos lugares ya ha desaparecido.

    Comprar una vivienda tampoco es imposible.

    Los apartamentos son de propiedad privada y suelen venderse por precios que oscilan entre los 125.000 y los 195.000 dólares, dependiendo de su tamaño y de las vistas.

    Eso sí, las cuotas comunitarias son elevadas.
    Los propietarios pagan entre 600 y 680 dólares mensuales porque esos gastos incluyen calefacción, electricidad, agua, recogida de residuos y el mantenimiento de la infraestructura necesaria para sobrevivir en un entorno tan hostil.

    Los suministros llegan principalmente por carretera a través del túnel, aunque el puerto sigue siendo fundamental.
    Curiosamente, las aguas del canal de Passage permanecen libres de hielo durante el invierno gracias a las corrientes marinas, permitiendo la llegada de combustible y mercancías incluso cuando el clima complica el acceso terrestre.

    Además, durante el verano las torres reciben turistas.

    Algunos apartamentos funcionan como pequeños hostales y alojamientos vacacionales.
    Los visitantes pueden pasar la noche en el mismo edificio donde viven casi todos los habitantes del pueblo y compartir ascensor con el alcalde, el jefe de policía o el tendero local.

    Whittier tiene una economía pequeña, pero bastante activa para el tamaño del pueblo.

    🚢 Puerto y transporte marítimo

    El puerto es una de las principales fuentes de empleo.
    Whittier es un punto estratégico del estrecho de Prince William y recibe barcos de mercancías, pesqueros, ferris y cruceros turísticos.
    Muchas personas trabajan en actividades relacionadas con el transporte marítimo, mantenimiento portuario y logística.

    🎣 Pesca

    La pesca comercial es una actividad importante en la zona.
    Algunos habitantes trabajan directamente en barcos pesqueros o en servicios vinculados a la industria pesquera.

    🚂 Ferrocarril

    El ferrocarril de Alaska llega hasta Whittier.
    Hay empleos relacionados con el transporte de mercancías, mantenimiento de infraestructuras y operaciones ferroviarias.

    🏨 Turismo

    Durante el verano llegan miles de visitantes atraídos por los glaciares, la fauna salvaje, las excursiones en barco y los cruceros.
    Hay trabajo en hoteles, apartamentos turísticos, restaurantes, guías de naturaleza, empresas de kayak y excursiones marítimas.

    🏛️ Servicios públicos

    Aunque la población es pequeña, necesita policía, bomberos, personal sanitario, profesores, empleados municipales y trabajadores de mantenimiento.
    Muchos de ellos viven en el propio Begich Towers.

    💻️ Teletrabajo

    Como ocurre cada vez más en Alaska, algunos residentes trabajan por internet para empresas situadas en Anchorage o incluso en otros estados de EE. UU.

    Lo curioso es que muchos vecinos salen cada día del edificio para trabajar.
    Lo que ocurre es que, cuando regresan, vuelven al mismo lugar donde están el supermercado, la oficina de correos, los vecinos y buena parte de los servicios del pueblo.

    De hecho, varios residentes han contado que durante las grandes tormentas pueden pasar días enteros sin abandonar el complejo.
    En invierno, el edificio funciona casi como un pequeño ecosistema autosuficiente, pero en verano la vida es mucho más abierta y la gente entra y sale constantemente.

    Ese contraste es lo que hace tan singular a Whittier: no es una ciudad encerrada en un edificio, sino una ciudad tan extrema que acabó concentrándose en uno. ❄️🏔️🏢

    Puede parecer una forma extraña de vivir.

    Sin embargo, para los habitantes de Whittier no es una excentricidad.
    Es simplemente la solución más lógica para sobrevivir en uno de los rincones más aislados, ventosos y nevados de América del Norte.

    Mientras el mundo se dispersa cada vez más, ellos han encontrado una manera de permanecer juntos.

    ▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣

    youtube.com/watch?v=bH-TlC0111Q

    #historia #curiosidades #alaska #whittier #begichtowers #lugaresincreíbles #arquitectura #vidacotidiana #historiasreales #curiosidadeshistóricas #ecosdelpasado #estadounidenses #comunidades #viajes

  11. En Cuxtitali, Chiapas, se pone en operación pozo de agua con capacidad de 432 mil litros diarios: Coca Cola – Femsa

    Un nuevo pozo profundo permitirá reforzar el suministro de agua para cerca del 90% de Cuxtitali, en San Cristóbal de Las Casas, tras 18 meses de interrupciones en el abasto por conflictos relacionados con los manantiales.

    Por Deyanira Vázquez | Reportera                                        

    Un pozo profundo con capacidad para aportar hasta 432 mil litros diarios de agua potable entró en operación en Cuxtitali, Chiapas, con lo que se reforzará el suministro para aproximadamente 90% de la comunidad, principalmente en las zonas baja y media.

    La infraestructura fue construida después de que una parte de los habitantes permaneciera alrededor de 18 meses sin suministro regular debido a la interrupción del acceso a los manantiales Chupactik y Quembo. El proyecto busca ofrecer una fuente alternativa de abastecimiento y mayor certeza para las familias.

    La obra comenzó en agosto de 2023 y concluyó en julio de 2026, mediante la participación de habitantes, Comités de Agua, organizaciones civiles, autoridades municipales y Coca-Cola Femsa. La empresa participó como una de las organizaciones cofinanciadoras, junto con las aportaciones de usuarios del sistema.

    El pozo abastecerá principalmente a las zonas baja y media

    El proyecto fue impulsado por el Sistema de Agua Chupactik-Cuxtitali, Ciudadanos por la Acción Territorial en la Cuenca del Valle de Jovel A.C., el Patronato de Senilia, el Ayuntamiento de San Cristóbal mediante el Sistema de Agua Potable y Alcantarillado Municipal (SAPAM), vecinos y los distintos Comités de Agua del barrio.

    Los comités dieron seguimiento al proyecto desde 2023 y participaron en las diferentes etapas hasta concretar la infraestructura. El actual Comité encabezó la última fase del proceso y condujo los trabajos hasta la puesta en operación.

    Con una capacidad de hasta 432 mil litros diarios, el nuevo pozo permitirá fortalecer el abasto de agua potable para aproximadamente nueve de cada 10 habitantes de la comunidad atendida, particularmente en las zonas baja y media.

    La zona alta recuperó el suministro del manantial Chupactik

    En la zona alta de Cuxtitali se recuperó el suministro proveniente del manantial Chupactik, que ahora complementa las fuentes disponibles para la población.

    La solución, sin embargo, todavía no cubre a la totalidad de los usuarios. Coca-Cola Femsa, Ciudadanos por la Acción Territorial en la Cuenca del Valle de Jovel A.C., la comunidad y los demás participantes prevén continuar con la búsqueda de alternativas para ampliar progresivamente el suministro seguro.

    El proceso comenzó luego de que conflictos relacionados con el acceso a los manantiales Chupactik y Quembo interrumpieran el abastecimiento regular. La construcción del pozo surgió como una alternativa para reducir la dependencia de esas fuentes y atender una necesidad prioritaria de la comunidad.

    Organización comunitaria sostuvo el proyecto durante tres años

    La construcción de la infraestructura requirió la participación de los Comités de Agua y de los habitantes de Cuxtitali, quienes mantuvieron el proyecto durante sus distintas etapas.

    José Orantes, gerente de Asuntos Corporativos de Coca-Cola Femsa, señaló que los problemas relacionados con el acceso al agua requieren soluciones construidas desde las propias comunidades y reconoció el trabajo realizado por los comités desde 2023.

    “Cuando sociedad, autoridades y empresas sumamos capacidades, podemos contribuir a generar soluciones con impacto concreto y de largo plazo”, afirmó. –sn–

    Sociedad Noticias

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    #NoticiasMX #PeriodismoParaTi #PeriodismoParaTiSociedadNoticias #abastecimientoDeAgua #accesoAlAgua #aguaEnChiapas #aguaPotable #Cdmx #Chiapas #Chupactik #CocaColaFEMSA #comunidades #Cuxtitali #Información #InformaciónMéxico #infraestructuraHídrica #México #Morena #noticia #noticias #noticiasChiapas #NoticiasMéxico #noticiasSanCristóbal #NoticiasSociedad #pozoProfundo #Quembo #SanCristóbalDeLasCasas #SAPAM #SN #Sociedad #SociedadNoticias #SociedadNoticiasCom #sociedadNoticias #SociedadNoticiasCom
  12. #MovimientosSociales 🌲| La propuesta vial ha encontrado un rechazo unificado por parte de los pueblos originarios del corredor, quienes la catalogan como una amenaza existencial para sus culturas y medios de subsistencia.

    desdeabajo.info/rotador-incio/

    #Comunidades #Construcción

  13. #MovimientosSociales 🌲| La propuesta vial ha encontrado un rechazo unificado por parte de los pueblos originarios del corredor, quienes la catalogan como una amenaza existencial para sus culturas y medios de subsistencia.

    desdeabajo.info/rotador-incio/

    #Comunidades #Construcción

  14. #MovimientosSociales 🌲| La propuesta vial ha encontrado un rechazo unificado por parte de los pueblos originarios del corredor, quienes la catalogan como una amenaza existencial para sus culturas y medios de subsistencia.

    desdeabajo.info/rotador-incio/

    #Comunidades #Construcción

  15. Semilleros Creativos llevan “Ecos de lo cotidiano” a Aguascalientes

    Más de 120 participantes de los Semilleros Creativos de Paz presentaron obras y expresiones artísticas en Aguascalientes durante la Fiesta Voces por la Paz 2026.

    Por Gabriela Díaz | Reportera                                           

    Más de 120 integrantes de los Semilleros Creativos de Paz participaron en la Fiesta Voces por la Paz 2026 Aguascalientes, donde presentaron trabajos relacionados con la memoria, la identidad, las tradiciones y la vida cotidiana.

    El encuentro se realizó en la Casa de la Cultura Víctor Sandoval, con la presentación de procesos de creación artística desarrollados por participantes de distintos municipios de Aguascalientes.

    Los Semilleros Creativos son espacios gratuitos de formación artística y creación colectiva impulsados por la Secretaría de Cultura mediante la Dirección General de Vinculación Cultural (DGVC). Su trabajo está dirigido a niñas, niños y jóvenes que viven en contextos de vulnerabilidad social.

    La propuesta busca ampliar la participación cultural de las comunidades y utilizar las artes como una herramienta para desarrollar habilidades sociales, fortalecer vínculos comunitarios y generar espacios de convivencia pacífica.

    Participan cuatro Semilleros Creativos de Paz

    En la jornada participaron integrantes de los Semilleros Creativos de Paz de Escritura creativa y Pintura, de Cosío; Artes Gráficas y Modelado, de Los Parga; Dibujo, Pintura y Modelado, de Calvillito, y Pintura, de El Llano.

    Los participantes compartieron parte de los procesos que desarrollan en sus comunidades mediante distintas disciplinas artísticas. Las obras abordaron experiencias relacionadas con la memoria, la identidad, las tradiciones y la construcción colectiva de entornos de paz.

    Como parte del encuentro se inauguró la exposición “Ecos de lo cotidiano”, integrada por trabajos de grabado, modelado, dibujo, pintura y escritura creativa.

    La jornada también incluyó la participación de la Compañía Estatal de Danza Infantil y del narrador oral Rodrigo Pérez Addams, quienes complementaron las actividades artísticas presentadas durante el encuentro.

    Exposición permanece abierta al público

    La muestra “Ecos de lo cotidiano” permanece disponible en la Galería de la Ciudad, ubicada dentro de la Casa de la Cultura Víctor Sandoval, en Venustiano Carranza 101, Centro, Aguascalientes.

    El público puede visitar la exposición de miércoles a domingo, de 11:00 a 18:00 horas. La entrada es libre.

    Entre los funcionarios que asistieron estuvieron Antonio Zúñiga Chaparro, director general de Vinculación Cultural de la Secretaría de Cultura; Yesenia Ramírez Rafael, directora de Promoción, Formación y Desarrollo en la DGVC; Amairani Cabrera Alvarado, coordinadora regional Occidente de Semilleros Creativos de Paz, y Alejandro Vázquez Zúñiga, director general del Instituto Cultural de Aguascalientes (ICA).

    También participaron Ricardo Vega Muñoz, coordinador de Museos y Galerías; Mauricio Berumen de Alba, ejecutivo de la Dirección General del ICA, y José Gerardo Escobar Muñoz, secretario del H. Ayuntamiento de San José de Gracia, además de familiares de los participantes.

    La experiencia forma parte de la estrategia de formación artística comunitaria de los Semilleros Creativos, cuyo enfoque busca que la creación cultural contribuya al desarrollo de capacidades y a la participación de menores y jóvenes en la vida de sus comunidades. –sn–

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  16. Barzuna desde Limón: Nuestra coalición es con la gente

    Barzuna desde Limón: Nuestra coalición es con la gente
    San José, 29 ago (elmundo.cr) – En el marco de la sesión solemne conmemorativa por el Día de la Persona Negra y la Cultura Afrocostarricense, el diputado del Partido Pueblo Soberano (PPSO), Antonio Barzuna, destacó la importancia de la presencia legislativa en las provincias para atender de primera mano las necesidades de las comunidades. En […]
    Edmundo
    El Mundo CR

    #AntonioBarzuna #CCSS #Coalición #Comunidades #CostaRica #HospitalDeLimón #Limón #MarinaDeLimón

    elmundo.cr/costa-rica/barzuna-

  17. Barzuna desde Limón: Nuestra coalición es con la gente

    Barzuna desde Limón: Nuestra coalición es con la gente
    San José, 29 ago (elmundo.cr) – En el marco de la sesión solemne conmemorativa por el Día de la Persona Negra y la Cultura Afrocostarricense, el diputado del Partido Pueblo Soberano (PPSO), Antonio Barzuna, destacó la importancia de la presencia legislativa en las provincias para atender de primera mano las necesidades de las comunidades. En […]
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  18. Lluvias en Limón dejan comunidades inundadas

    Valle de la Estrella y otras zonas sin acceso vial
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    #Comunidades #Inundaciones #Limón #Lluvias #Nacionales

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  19. Debian Day Salvador 2026 — é neste sábado!

    Que tal sair da frente da tela e participar presencialmente de um encontro com a comunidade Debian em Salvador?

    Neste sábado, dia 15, às 14h, estaremos na FACED/UFBA, no Vale do Canela, para conversar sobre Debian, Software Livre e comunidade, além de colocar a mão na massa em uma sessão de empacotamento, seguindo o Guia de Empacotamento da comunidade Debian Brasil.

    💻 Traga seu notebook e venha participar!
    📍 FACED/UFBA — Vale do Canela, Sala 01
    🗓 Sábado, 15/08
    ⏰ 14h
    🐧 Debian Day Salvador 2026

    Chame os amigos, venha conhecer a comunidade e participe desse momento presencial com a gente!

    📲 Mais informações: t.me/debian_ssa
    Esperamos você! 💚 GNU 🐃

    @MovimentoSoftwareLivre

    #DDAY #DDAYSSA #SoftwareLivre #ProjetoDebian #Comunidades

  20. Debian Day Salvador 2026 — é neste sábado!

    Que tal sair da frente da tela e participar presencialmente de um encontro com a comunidade Debian em Salvador?

    Neste sábado, dia 15, às 14h, estaremos na FACED/UFBA, no Vale do Canela, para conversar sobre Debian, Software Livre e comunidade, além de colocar a mão na massa em uma sessão de empacotamento, seguindo o Guia de Empacotamento da comunidade Debian Brasil.

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  21. Debian Day Salvador 2026 — é neste sábado!

    Que tal sair da frente da tela e participar presencialmente de um encontro com a comunidade Debian em Salvador?

    Neste sábado, dia 15, às 14h, estaremos na FACED/UFBA, no Vale do Canela, para conversar sobre Debian, Software Livre e comunidade, além de colocar a mão na massa em uma sessão de empacotamento, seguindo o Guia de Empacotamento da comunidade Debian Brasil.

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  22. Debian Day Salvador 2026 — é neste sábado!

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  23. Debian Day Salvador 2026 — é neste sábado!

    Que tal sair da frente da tela e participar presencialmente de um encontro com a comunidade Debian em Salvador?

    Neste sábado, dia 15, às 14h, estaremos na FACED/UFBA, no Vale do Canela, para conversar sobre Debian, Software Livre e comunidade, além de colocar a mão na massa em uma sessão de empacotamento, seguindo o Guia de Empacotamento da comunidade Debian Brasil.

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  24. Debian Day Salvador 2026 — é neste sábado!

    15 agosto – 14:00 a 17:00 -03

    No próximo sábado, 15 de agosto, às 14h, a comunidade Debian se reúne presencialmente em Salvador para mais uma edição do Debian Day!

    Teremos:

    💬 Bate-papo sobre Debian, Software Livre e comunidade
    📦 Sessão prática de empacotamento, seguindo o Guia de Empacotamento da comunidade Debian Brasil.

    💻 Traga seu notebook e venha participar da atividade prática, trocar experiências e conhecer outras pessoas da comunidade.
    📍 FACED/UFBA — Sala 01, Vale do Canela — Salvador, Bahia
    🗓️ 15/08/2026 — sábado às 14 horas

    🤝 Uma atividade presencial da comunidade Debian em Salvador, com participação aberta a quem quiser conhecer, aprender e contribuir.
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    🔗 Mais informações: https://t.me/debian_ssa

    P.S.: Se não puder trazer o notebook só vem!

    Livre

    Comunidade Debian Salvador

    Ver site do Organizador

    Faculdade de Educação Universidade Federal da Bahia — Faced UFBa

    Av. Reitor Miguel Calmon, s/n Vale do Canela
    Salvador,Bahia40110-903Brazil
    +55 71 3283 7272
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  25. Debian Day Salvador 2026 — é neste sábado!

    15 agosto – 14:00 a 17:00 -03

    No próximo sábado, 15 de agosto, às 14h, a comunidade Debian se reúne presencialmente em Salvador para mais uma edição do Debian Day!

    Teremos:

    💬 Bate-papo sobre Debian, Software Livre e comunidade
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  26. Debian Day Salvador 2026 — é neste sábado!

    15 agosto – 14:00 a 17:00 -03

    No próximo sábado, 15 de agosto, às 14h, a comunidade Debian se reúne presencialmente em Salvador para mais uma edição do Debian Day!

    Teremos:

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  34. Tengo sentimientos encontrados con la IA, pero yo la uso para algunas cosas y en particular hoy la usé para que me diera el código Latex de un práctico de Técnicas Instrumentales del cual perdí la fuente y solo tenía el PDF. Lo mire por todos lados y estaba perfecto, lo puse en el Overleaf y compiló al toque y exactamente igual al PDF. Me ahorré un par de horas de tener que hacer todo de nuevo... tenemos que encontrar la forma de usar esta tecnología sin sentirnos culpables, lo que implica saber como fueron entrenados, el agua que se gastó, etc y si la cuenta no cierra, entonces no lo usemos, pero busquemos la vuelta de que sea minimamente sustentable porque es una tecnologia muy interesante. Y luego tambien ver como hacer para no deteriorarnos cognitivamente, hacer un uso responsable, etc. Pero para eso necesitamos saber cuanto cuesta cada pregunta que hacemos, etc. Corresponde discutir entre las comunidades, si tendríamos o no que tener la posibilidad de correr nuestros propios modelos/IAs localmente en hardware nuestro? con modelos entrenados en universidades, transparentes? o ya estamos poniendo una barrera tan tajante que ni eso nos podemos plantear? dejo la pregunta #ia #llm #autogestión #comunidad #comunidades #debate #contaminación

  35. Tengo sentimientos encontrados con la IA, pero yo la uso para algunas cosas y en particular hoy la usé para que me diera el código Latex de un práctico de Técnicas Instrumentales del cual perdí la fuente y solo tenía el PDF. Lo mire por todos lados y estaba perfecto, lo puse en el Overleaf y compiló al toque y exactamente igual al PDF. Me ahorré un par de horas de tener que hacer todo de nuevo... tenemos que encontrar la forma de usar esta tecnología sin sentirnos culpables, lo que implica saber como fueron entrenados, el agua que se gastó, etc y si la cuenta no cierra, entonces no lo usemos, pero busquemos la vuelta de que sea minimamente sustentable porque es una tecnologia muy interesante. Y luego tambien ver como hacer para no deteriorarnos cognitivamente, hacer un uso responsable, etc. Pero para eso necesitamos saber cuanto cuesta cada pregunta que hacemos, etc. Corresponde discutir entre las comunidades, si tendríamos o no que tener la posibilidad de correr nuestros propios modelos/IAs localmente en hardware nuestro? con modelos entrenados en universidades, transparentes? o ya estamos poniendo una barrera tan tajante que ni eso nos podemos plantear? dejo la pregunta #ia #llm #autogestión #comunidad #comunidades #debate #contaminación

  36. Tengo sentimientos encontrados con la IA, pero yo la uso para algunas cosas y en particular hoy la usé para que me diera el código Latex de un práctico de Técnicas Instrumentales del cual perdí la fuente y solo tenía el PDF. Lo mire por todos lados y estaba perfecto, lo puse en el Overleaf y compiló al toque y exactamente igual al PDF. Me ahorré un par de horas de tener que hacer todo de nuevo... tenemos que encontrar la forma de usar esta tecnología sin sentirnos culpables, lo que implica saber como fueron entrenados, el agua que se gastó, etc y si la cuenta no cierra, entonces no lo usemos, pero busquemos la vuelta de que sea minimamente sustentable porque es una tecnologia muy interesante. Y luego tambien ver como hacer para no deteriorarnos cognitivamente, hacer un uso responsable, etc. Pero para eso necesitamos saber cuanto cuesta cada pregunta que hacemos, etc. Corresponde discutir entre las comunidades, si tendríamos o no que tener la posibilidad de correr nuestros propios modelos/IAs localmente en hardware nuestro? con modelos entrenados en universidades, transparentes? o ya estamos poniendo una barrera tan tajante que ni eso nos podemos plantear? dejo la pregunta #ia #llm #autogestión #comunidad #comunidades #debate #contaminación

  37. Tengo sentimientos encontrados con la IA, pero yo la uso para algunas cosas y en particular hoy la usé para que me diera el código Latex de un práctico de Técnicas Instrumentales del cual perdí la fuente y solo tenía el PDF. Lo mire por todos lados y estaba perfecto, lo puse en el Overleaf y compiló al toque y exactamente igual al PDF. Me ahorré un par de horas de tener que hacer todo de nuevo... tenemos que encontrar la forma de usar esta tecnología sin sentirnos culpables, lo que implica saber como fueron entrenados, el agua que se gastó, etc y si la cuenta no cierra, entonces no lo usemos, pero busquemos la vuelta de que sea minimamente sustentable porque es una tecnologia muy interesante. Y luego tambien ver como hacer para no deteriorarnos cognitivamente, hacer un uso responsable, etc. Pero para eso necesitamos saber cuanto cuesta cada pregunta que hacemos, etc. Corresponde discutir entre las comunidades, si tendríamos o no que tener la posibilidad de correr nuestros propios modelos/IAs localmente en hardware nuestro? con modelos entrenados en universidades, transparentes? o ya estamos poniendo una barrera tan tajante que ni eso nos podemos plantear? dejo la pregunta #ia #llm #autogestión #comunidad #comunidades #debate #contaminación

  38. Tengo sentimientos encontrados con la IA, pero yo la uso para algunas cosas y en particular hoy la usé para que me diera el código Latex de un práctico de Técnicas Instrumentales del cual perdí la fuente y solo tenía el PDF. Lo mire por todos lados y estaba perfecto, lo puse en el Overleaf y compiló al toque y exactamente igual al PDF. Me ahorré un par de horas de tener que hacer todo de nuevo... tenemos que encontrar la forma de usar esta tecnología sin sentirnos culpables, lo que implica saber como fueron entrenados, el agua que se gastó, etc y si la cuenta no cierra, entonces no lo usemos, pero busquemos la vuelta de que sea minimamente sustentable porque es una tecnologia muy interesante. Y luego tambien ver como hacer para no deteriorarnos cognitivamente, hacer un uso responsable, etc. Pero para eso necesitamos saber cuanto cuesta cada pregunta que hacemos, etc. Corresponde discutir entre las comunidades, si tendríamos o no que tener la posibilidad de correr nuestros propios modelos/IAs localmente en hardware nuestro? con modelos entrenados en universidades, transparentes? o ya estamos poniendo una barrera tan tajante que ni eso nos podemos plantear? dejo la pregunta #ia #llm #autogestión #comunidad #comunidades #debate #contaminación

  39. Empresas competirán por confianza en la era de la inteligencia artificial: estudio

    El estudio The State of Communities 2026, elaborado por MUTUO, concluye que la confianza será la principal ventaja competitiva para las empresas en la era de la inteligencia artificial y revela el crecimiento estratégico de las comunidades en Iberoamérica.

    Por Gabriela Díaz | Reportera                                           

    La confianza se perfila como el principal activo para las empresas en la era de la inteligencia artificial, de acuerdo con el estudio The State of Communities 2026, presentado por MUTUO durante un encuentro que reunió a especialistas en negocios, marketing, comunicación y desarrollo de comunidades de distintos países de Iberoamérica.

    La investigación, considerada la primera en documentar el estado de la industria de comunidades en la región, reúne información de 66 organizaciones de México, Brasil, Argentina, Colombia, España y Estados Unidos, las cuales representan a más de 500 mil personas. El reporte busca ofrecer datos comparables sobre una disciplina que hasta ahora había evolucionado sin métricas comunes para evaluar su impacto.

    Los resultados muestran que las comunidades han dejado de ser una herramienta exclusivamente vinculada al marketing para convertirse en una capacidad estratégica para las organizaciones, especialmente en un entorno donde la inteligencia artificial facilita la generación de contenido, pero no sustituye las relaciones humanas.

    Comunidades impulsan resultados de negocio

    El estudio revela que el 65 por ciento de las organizaciones consultadas reporta un impacto verificable de sus comunidades en el desempeño del negocio, mientras que el 70 por ciento identifica una mayor retención de clientes o integrantes gracias a estas estrategias.

    No obstante, únicamente el 11 por ciento mide formalmente indicadores como la tasa de abandono o churn, lo que refleja una diferencia entre la percepción de los beneficios y la capacidad de demostrar sus resultados mediante métricas.

    La investigación también señala que uno de cada cinco responsables reconoce que administra una audiencia y no una comunidad consolidada.

    En cuanto a las expectativas de los integrantes, el 74 por ciento busca establecer conexiones con otras personas y el 73 por ciento valora el sentido de pertenencia, factores que superan el interés por el contenido o el reconocimiento dentro de estos espacios.

    Inteligencia artificial no reemplaza las relaciones humanas

    El informe identifica que la inteligencia artificial ya forma parte de las operaciones de muchas organizaciones, aunque su utilización continúa enfocada principalmente en la creación de contenido.

    Según los resultados, el 62 por ciento de los participantes emplea herramientas de inteligencia artificial para generar materiales, mientras que apenas el 9 por ciento las utiliza para fortalecer la interacción entre personas.

    Además, el 42 por ciento de los líderes considera que la inteligencia artificial no permitirá disponer de más tiempo para fortalecer las relaciones humanas, percepción que resulta más marcada entre quienes hacen un uso más intensivo de esta tecnología.

    El cofundador y director general de MUTUO, Santiago Espinosa, señaló que las organizaciones competirán cada vez menos por captar atención y más por generar confianza entre clientes, colaboradores e inversionistas, por lo que medir ese factor será determinante para evaluar el impacto real de las estrategias empresariales.

    Crece el interés por los encuentros presenciales

    Otro de los hallazgos del estudio muestra un renovado interés por las actividades presenciales.

    El 82 por ciento de los líderes consultados reportó que sus comunidades solicitan más espacios físicos y menos interacción frente a pantallas, mientras que WhatsApp se consolida como la plataforma más utilizada para construir comunidades en Iberoamérica, al ser empleada por el 68 por ciento de las organizaciones participantes.

    Por su parte, la cofundadora de MUTUO, Renata Soto, afirmó que el reporte busca aportar datos que permitan profesionalizar la gestión de comunidades y facilitar la toma de decisiones dentro de las organizaciones.

    MUTUO anuncia cumbre para 2027

    Como parte de esta iniciativa, MUTUO anunció que el proyecto evolucionará hacia The State of Communities Summit 2027, un encuentro especializado dirigido a líderes de comunidades en Iberoamérica, con el objetivo de impulsar el intercambio de experiencias y el desarrollo de metodologías para esta disciplina.

    El estudio concluye que, en un escenario donde la inteligencia artificial vuelve más accesible la producción de contenido, la capacidad de construir confianza y fortalecer las relaciones entre personas será uno de los principales factores de competitividad para las empresas. –sn–

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  40. Comunidades digitais talvez estejam mudando de função.

    Durante anos, pareciam existir principalmente para conectar pessoas. Hoje, cada vez mais gente recorre a elas para interpretar acontecimentos, organizar contexto e encontrar orientação.

    Talvez a disputa mais importante já não seja pela informação em si.

    drucillappam.substack.com/p/a-

    #CulturaDigital #Comunidades #instHub

  41. Comunidades digitais talvez estejam mudando de função.

    Durante anos, pareciam existir principalmente para conectar pessoas. Hoje, cada vez mais gente recorre a elas para interpretar acontecimentos, organizar contexto e encontrar orientação.

    Talvez a disputa mais importante já não seja pela informação em si.

    drucillappam.substack.com/p/a-

    #CulturaDigital #Comunidades #instHub

  42. Comunidades digitais talvez estejam mudando de função.

    Durante anos, pareciam existir principalmente para conectar pessoas. Hoje, cada vez mais gente recorre a elas para interpretar acontecimentos, organizar contexto e encontrar orientação.

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  43. Ni está prohibido recoger piñas ni la crisis climática es un "mantra": la desinformación corre más que el fuego

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